quinta-feira, 19 de março de 2026

Receituário

 
FORMAS DE CONVERSÃO | O livro é extenso e quem o escreve sabe o que diz e sabe o que escreveu. Gianfranco Ferraro e António de Castro Caeiro são os organizadores da obra e têm obra lá dentro. Este trabalho é mais uma edição da abysmo e foi encapado e concebido graficamente por nós, na DDLX. A pintura da capa é da autoria de Ana Nogueira e pertence ao projeto expositivo A FLORESTA DE L.
O lançamento é no próximo sábado, nas instalações do Teatro A Barraca, em Santos. E pronto, o convite está feito. Venham filosofar com a gente, que é como quem diz: conversar, beber um copo e quem quiser até pode dançar. Até lá.

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quarta-feira, 18 de março de 2026

Receituário

VIAGEM NO AUTOCARRO DO LUÍS E NO ÔNIBUS DO JORGE | O Luís Afonso e o seu amigo Jorge Adelar Finatto escreveram um livro de histórias passadas em viagens de camionetas de transporte público: autocarro para o Luís e ônibus para o Jorge. Aviso: o livro é um bocado bem passado de leitura. Sou suspeito. É que participo na viagem. Nós, na DDLX, tratámos da pintura deste ônibus autocarro. Ou seja: capa e paginação foram fabricadas nesta oficina de design e outras artes. A edição é da abysmo. A ilustração da capa é da Clara Finatto.
O início desta viagem é já esta quinta-feira, dia 19, às seis da tarde, na Casa da Imprensa, na rua da Horta Seca. Apareçam. Há boleia para toda a gente, gente.

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Receituário


SE TE QUERES MATAR, PORQUE NÃO TE QUERES MATAR?
Álvaro de Campos. Obras de Fernando Pessoa 
 
Este título do poema de Álvaro de Campos parece ter sugerido o mote ao autor deste COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ. O autor é Sérgio Godinho, conhecido por saber dar música às palavras que nos esclarecem sentimentos e atitudes, mas que também usa as palavras para fazer literatura. Este livro tem paginadas quinze histórias que abordam situações limite. O que leva alguém a cometer suicídio? Ou quase, vá? As respostas podem ser muitas. As histórias deste livro revelam várias hipóteses de escolha. É pegar ou largar.
 
Vamos conversar com Sérgio Godinho — eu e a Rosa Azevedo — na primeira edição desta nova iniciativa que junta a livraria e editora SNOB à DDLX, que é mais imagem e design de comunicação. Vamos falar sobre este seu livro e também sobre os outros, e talvez ainda haja tempo para conversarmos um bocadinho sobre a sua vida na música. A livraria SNOB é ali entre a Estrela e o Rato, e é uma das mais competentes livrarias da capital da república. O convite está feito. Mas ainda aqui havemos de vir, para refrescar a memória dos interessados. 

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segunda-feira, 16 de março de 2026

A diversão da guerra

Trump assume que vai massacrar uma ilha do Irão só porque sim. Apetece-lhe. É "só por diversão".
 
Vejamos: um "estadista", presidente do mais poderoso país do mundo, que diz uma coisa destas, deve ser classificado como? Psicopata? Irresponsável? Imbecil? Palonço? Valdevinos? Cretino? Pantomineiro? Escroque? Ou será apenas um criminoso? Somando todas as hipóteses, sugiro uma classificação que reúne estas todas. Que tal filho da puta e não se fala mais nisso? 

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domingo, 15 de março de 2026

Design de comunicação

Da série Grande Capas. The New Yorker. 16 de Março 2026. “War-a-Lago”, por Barry Blitt.

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Acordem


Eles andam nas escolas há muito tempo. Ameaçam quem dizem ser professores de esquerda, e até estimulam alunos a denunciá-los como se fossem criminosos. Informam também que, se assim o quiserem, um deputado do Chega poderá deslocar-se ao local do crime — a escola — para dar uma ajuda aos alunos denunciadores. E na Futurália também já divulgam o racismo e a xenofobia desde os tempos da pandemia, mas só agora se deu por isso, pelos vistos.

A Futurália é uma iniciativa da AIP que pretende informar alunos e alunas sobre possibilidades profissionais no futuro. Já dura há anos, e há anos que o partido fascista tenta criar ali o seu exército para o futuro. Meninos e meninas incautos e com a ignorância à flor da pele deixam-se lavar pelo discurso de ódio como se fosse solução. Agora foi lá o líder fascista e a coisa foi notícia televisiva. A gente sabe o que as televisões gostam de fascistas. Mas neste caso até serviu para alguma coisa. SOS racismo reagiu. Outras organizações democráticas preocuparam-se. Esta vergonha está a tornar-se corriqueira. Isto tem que ser contrariado. O crime racista não pode ser propagado como o melhor dos remédios para o futuro dos jovens portugueses. A AIP e o Ministério da Educação estão de bico calado?  É de fascistas em delírio anti-democrático que falamos, senhores. Acordem.

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sábado, 14 de março de 2026

Pára tudo

O José Simões vai passar daqui https://derterrorist.blogs.sapo.pt/, para ali https://misteriosorganismo.blogspot.com/. O que importa é que fica por cá. Não se vai embora. Só muda de casa. Ele explica tudo aqui https://derterrorist.blogs.sapo.pt/vinte-mil-novecentos-e....

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Jethro Tull

Thick as a Brick. Concerto, ontem, sexta-feira de quase primavera. Depois de um dia de ocupações de manutenção da existência física, noite com música pelas horas dentro. Um Ian Anderson em grande forma, com os seus 78 anos nos ossos, duro como uma pedra; sensível como um garoto. Os grandes temas passaram pelo palco deste Coliseu de Lisboa composto por gente atenta à música desta banda que marca o nosso tempo. Concerto único, já gravado com toda a certeza na memória de quem lá esteve.
 
Reparo pessoal: as imagens projectadas retiram valor à observação de um concerto onde estão pessoas de carne e osso no palco. Foram excessivas. Salvando-se uma ou outra com mensagem para além da irritante movimentação e sobreposição de fotografias e bonecada. Dois exemplos positivos: As imagens que aludiam à indiferença geral perante quem nada tem — Homeless/Hungry —, e os pesados comboios que irromperam ameaçadores no final do espectáculo. Resultado final desta deslocação ao Coliseu: uma noite que encerrou um dia feliz. Gostei mesmo de estar ali. A música anima esclarecendo. Muito obrigado, Ian Anderson e malta que o acompanhou. O projecto Jethro Tul é do caraças.

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sexta-feira, 13 de março de 2026

João Paulo Cotrim 61

Na Casa da Cultura, em Setúbal. Fotografia da Ana (Nogueira).
Hoje não vamos estar com ele, como era hábito, mas estamos sempre com ele por perto. O João Paulo deixou de estar aqui, mas deixou-nos muito para ler, ouvir e contar. Temos saudades dele. Hoje era dia de festa. Já não é. Agora é dia de saudade.

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Na DDLX, Com Bruno Portela escondido pelo objecto que contém sulfitos e outros produtos vitiviniculas, depois de almoço. Fotografia minha.
Na esplanada do Fidalgo, com o João Silva, o Jorge Silva e comigo. Fotografia do Eugénio (Fidalgo).

Na Sala José Afonso, Da Casa da Cultura de Setúbal, em encontro "Filosofia a pés juntos", com António Castro Caeiro e comigo também. Fotografia do Fernando (Pinho).

quinta-feira, 12 de março de 2026

Limpeza ideológica



A direita gosta muito de falar em ideologia como algo negativo. Não sei se percebem que ao falarem de uma ideologia que não querem estão a ser ideológicos. Com a entrada do partido fascista em cena iniciou-se aquilo a que os fascistas gostam de chamar de limpeza. A câmara de Lisboa contrata fascistas do partido fascista para as altas limpezas, dando-lhes lugares dirigentes. A coisa está a correr mal porque os supostos higienistas são uns javardolas do pior. Qualificações? Não há. Talvez cadastro. Enfim, adiante.
 
Francisco Frazão também não pode ficar no Teatro do Bairro Alto porque provavelmente estava a fazer um excelente trabalho, mas ideológico. Rita Rato foi afastada de um lugar onde fez um excelente trabalho, provavelmente porque tem uma ideologia. Assim não pode ser. A gente sabe do que eles falam quando falam de ideologia. Para a direita, trabalho cultural deve ter a acompanhar um magusto ou uma sardinhada. Francisco Frazão não fazia acompanhar o seu trabalho de nenhum destes requisitos indispensáveis. Já Rita Rato tem outro problema a acrescentar. É que devem ter dito aos senhores da limpeza que o Aljude foi um lugar que "hospedou" muitos comunistas no tempo do outro fascismo. Ora, que sentido tem termos uma comunista do lado de fora das celas?

Isto de estar vivo ainda um dia acaba mal

Citava eu esta frase por causa do meu aniversário, e mal sabia eu que estas palavras se iriam ajustar ao fim de  Mário Zambujal. Falámos desta frase de Manuel da Fonseca no dia em que o convidei para um "Muito Cá de Casa" na Casa da Cultura de Setúbal. Encontro num lançamento de um livro de um amigo em meados de março de 2016. Diz-me o Mário: "Pois eu, fiz um dia destes uma coisa que nunca tinha feito na vida". Então, o que foi?, digo eu, impregnado de curiosidade. "Eh, pá, então não é que fiz oitenta anos?". Risadas, mais piadas e conversa programada para dezembro desse ano.

E dezembro chegou. O encontro foi na sala José Afonso da Casa da Cultura e tive a Rosa Azevedo por companhia, como era hábito naqueles encontros. Jantámos, conversámos, bebemos, conversámos, rimos, falámos a sério das hipocrisias da política e despedimo-nos. Isto aconteceu em 2016, como já disse. Eu encontrava-me com o Mário em lançamentos de livros, estreias de filmes e outras obrigações. Lembro-me de uma vez em que estivemos à conversa com o Francisco Bélard na Cinemateca. Que conversa tão saborosa. Tenho muita pena de não estar mais vezes com estas pessoas que nos fazem crescer bem. Existe uma vida boa, sem luxos mal comportados, mas com autenticidade e alegria. Este fim deixa-me triste. Escusavas de partir no dia dos meus anos. Não se faz. Mas olha: leva lá um grande abraço e um obrigado do tamanho da tua vontade de viver. Foi mesmo muito bom conhecer-te e ser  teu amigo. Até sempre, Mário.

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Isto de estar vivo ainda um dia acaba mal

A frase pertence a Manuel da Fonseca e define de maneira muito clara uma inevitabilidade. Uma criança não a entende, felizmente. Quem está na idade de todas as certezas — vulgo adolescência —, esquece-a de imediato e continua a viver a sua eternidade. Somos eternos, quando vivemos embriagados de sonhos. Devem ser as "bebedeiras de azul", do poema de António Gedeão. Penso em tudo isto, no dia em que comemoro mais um ano da minha existência. Sim, faço anos hoje. Nunca percebi porque e como "se fazem" anos. Os anos acontecem, passam por nós, sem que a gente os faça. Também são uma inevitabilidade. Não deixam de nos cair em cima. 

Vivi pouco tempo em ditadura. Mas ainda percebi os atropelos à liberdade de se ter curiosidade intelectual. Assisti a barbaridades praticadas por professores alentados pela conduta pidesca da denúncia. Eu próprio, aos onze anos, fui interrogado, por dois professores enfurecidos, como se fosse um perigoso opositor ao regime. Mas adiante. Não me posso queixar. Aos doze anos ouvi pela primeira vez "Vejam bem" de José Afonso. Mas, o que é isto? Que música é esta que nada tem a ver com os fadunchos miserabilistas e com festivais televisivos de ver, ouvir e esquecer? o álbum "Cantares do Andarilho" entrou em minha casa e nunca mais de lá saiu. Entrou na minha vida uma nova cultura que me permitia pensar, reflectir, exigir. José Afonso mudou para sempre a minha maneira de ouvir, olhar e ver. Mal sabia eu que ele morava muito perto e que um dia viria a ser meu amigo. As coisas começaram a correr bem.

O que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974 abriu-me os olhos e ilustrou-me os sentidos. Mergulhámos num turbilhão de vontades. Nada do que estava para trás nos agradava. Queríamos mudar tudo. Mudámos. Podíamos finalmente ter acesso ao melhor que o mundo nos permitia. Deixaram de haver proibições e censura ao que queríamos ver, ouvir e ler. Tive a sorte de viver a minha adolescência nesse tempo de liberdade. Tive a sorte de ter aquele dia de Abril a abrir caminhos. Vivi os meus dias de busca das coisas novas em liberdade e em democracia. Encontrei muita coisa nova que guardei até hoje. Mas continuo na busca.

O tempo que hoje vivemos não tem comparação com outro tempo histórico vivido neste território, apesar dos fascistas que nos ameaçam com a apologia do passado. Os novos fascistas, apesar de circularem por idades pós-biberão, são velhos nas suas posturas de betinhos malcriados. São marialvas, serôdios e tristes como os seus bisavós. Mas este é ainda o nosso tempo. Ainda estamos vivos, e, enquanto cá estivermos, não os deixaremos espalhar a escuridão.

No dia em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
 

 Álvaro de Campos. Obras de Fernando Pessoa

As linhas deste desabafo vão ser alinhadas com outras e desenvolvidas em histórias que são as minhas passagens pelo meu tempo. Tudo será contado em livro a ser apresentado no dia 12 de março do próximo ano. Capa e título já tem: "Alguém viu os meus óculos?", e o resto está a ser desenhado. Um dia destes esclareço melhor o empreendimento. Muito obrigado por estarem aí. Até já.

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quarta-feira, 11 de março de 2026

Lisboa a ir por aí abaixo

Em Setúbal, os vereadores do partido fascista quiseram acabar com os apoios à arte que eles consideram ideológica. Disseram-no em discurso, proferido por um tal Cachaço, em vídeo muito divulgado aqui nas redes.

Em Lisboa, uma vereadora do partido fascista também botou discurso idiota para denegrir o Teatro do Bairro Alto, com morada no lugar onde funcionou o Teatro da Cornucópia. Aqui os fascistas tiveram sucesso. Francisco Frazão, director artístico, deixou de o ser. O que vai acontecer a seguir não sabemos. Só mesmo Carlos Moedas e os seus amigos do partido com nome de detergente o saberão. Lisboa está mesmo a ir por aí abaixo. O país vai de carrinho, como cantou José Afonso. Ainda há por aqui quem ache que chamar fascistas aos fascistas é um exagero ideológico?

terça-feira, 10 de março de 2026

COMUNICAÇÃO DE ALTERNE

Mais ou menos dia sim dia não aparece a figurinha do biltre num cantinho de um qualquer monitor televisivo. Uma espécie de alterne combinado entre canais. Também o nome do entrevistado anunciado alterna entre "presidente do chega" e "André Ventura". Deve ser para disfarçar. 

Nunca ouvi uma entrevista ao homenzinho. Não consigo aturar tanto disparate, mentira e apologia do crime fascista. Quero manter o meu fígado saudável. Mas confesso que estes anúncios já não me irritam como irritavam. Agora dá-me para rir. E não são nervos; é mesmo um rir com vontade. Esta insistência em ouvirem este cretino já passou as marcas da razoabilidade há muito. Esta figurinha ridícula a passar constantemente nos monitores é já de um ridículo sem classificação. Já só dá para rir, mas não tem graça nenhuma. São apenas ridículos. A democracia não é a defesa do seu contrário, estúpidos.

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segunda-feira, 9 de março de 2026

Seguro não é Marcelo. E será Seguro seguro?


Não gosto da maneira de estar e agir de Marcelo Rebelo de Sousa. Mas também não alinhei naquela tese de que, com ele candidato, vinha aí o fascismo. Na altura o fascismo ainda não era perigo e nem havia a necessidade de nos unirmos contra um candidato fascista, como aconteceu nestas eleições presidenciais. Na altura apenas aleguei que ele não merecia ser Presidente. Acho que não deve ser Presidente quem tem apenas a necessidade de exercer um egocentrismo desmesurado. Mas, caramba, sempre nos despedimos de Cavaco, esse sim, um Presidente que nos tirou do sério com tanta demonstração de mau carácter.

Seguro é diferente de Marcelo. Mas será para melhor? A tomada de posse foi mais do mesmo. Sem diferenças em relação a cenas anteriores: a leitura da acta por um tatibitate fascista traz de novo o quê? Aquele desfile infrequentável de basbaques no beija-mão, difere de quê em relação a entronamentos anteriores? E os discursos de Aguiar-Branco e Seguro, o que trazem de novo para além do que poderíamos imaginar? Nada. Zero. E o efusivo cumprimento especial ao líder fascista traz de novo o quê? A normalização entusiasmada e manteigueira do partido fascista? E a manifestação fascista fora do parlamento, foi autorizada? E os disparos dos canhões, provam o quê?
O meu Presidente de referência foi Jorge Sampaio. Lutou contra a ditadura, foi um excelente tribuno e um inovador autarca. E como Presidente da República foi corajoso e perspicaz até ao ponto de ter de mandar às urtigas um primeiro-ministro de extrema-direita que orientava um governo indescritível, composto por ministros que agora estão no partido fascista. Jorge Sampaio foi um grande senhor da resistência e da democracia. Um homem íntegro, culto, generoso e com um inquebrantável carácter.
Agora era preciso votar contra um fascista mentiroso compulsivo que apesar desse anátema consegue juntar mais de um milhão e meio de cretinos e pulhas à sua volta. Foi o candidato menos votado de sempre numa segunda volta. Mas mesmo assim é muito voto para um mentiroso compulsivo. Já Seguro foi o mais votado de sempre. Sabem a razão, não é verdade? As pessoas unem-se contra a falsidade. E Seguro não é falso.
Nunca votei em Marcelo, não me imagino a ter saudades dele, e espero não me arrepender de ter votado com convicção em Seguro. Sim, votei convictamente contra a mentira e o ódio. Espero que o novo presidente nos surpreenda, e que abandone a manteiguice do discurso de miss universo.
Muito obrigado, senhor Presidente Jorge Sampaio.


Deu-me para isto

Estou a tentar assistir à tomada de posse do novo Presidente. Estava a ver um tótó a ler a acta da coisa, quando alguém da estação de televisão me avisa que o tótó é um recém eleito deputado do partido fascista. Tem ar de tótó, fala como um tótó, e será um tótó, mas, pior: é um jovem fascista. Também reparo que a estação de televisão foca com insistência o líder fascista. Mas o que é que se está a passar? Porquê o tótó a ler a acta? Para quê esta insistente normalização do partido fascista? Que se lixe o juramento. Adeuzinho.

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