terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Altos responsáveis americanos já falam na Gronelândia como próxima conquista. O imperador quer mostrar o seu poder. Putin avançou ilustrado pela exaltação da história russa. Os escritos dos grandes autores russos já prclamavam a vontade de hegemonia. Não era ficção. Putin quer livrar a Ucrânia de nazis? O caraças. Como se ele fosse a decência em pose libertadora. Voltámos ao domínio dos impérios. À lógica do mais forte contra o perdedor. Os retrocessos avançam. Acordos civilizacionais são esquecidos. Gente com a mania das grandezas quer repartir o mundo entre si. 
 
Líderes europeus unem-se e apoiam a Dinamarca. Aparenta terem medo de perder ao monopólio. Parece brincadeira de meninos, com todos a tremer como varas verdes. Mas não é. Olham de soslaio para o monstro americano, que imaginam a salivar em ânsia conquistadora. Chamar doidos-varridos aos novos imperadores é elogio. Chamar-lhes cretinos é ternura. Estamos perante facínoras do pior. Criminosos encartados e armados. E entre nós temos quem os apoie. Há entre nós um biltre que alimenta o seu ódio com estes avanços do seu líder inspirador. Um trumpezinho ridículo e sem escrúpulos é candidato a presidente dos portugueses de bem, dizem eles, os idiotas que nele votam. Será que vão ser muitos? Será que vamos ter vergonha de os ter tão perto? Eles andam por aí e são ferozes. Não têm vergonha de ser apologistas do colonialismo, do racismo, do fascismo. São uma corja de imbecis? São, mas agora têm um timoneiro que os encoraja. A imbecilidade já se exibe sem vergonha. É virtude.
Não podemos ter medo, mas todo o cuidado não é excessivo.
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