Da série Grandes Capas. The New York Times magazine.
terça-feira, 3 de março de 2026
Design de comunicação
Da série Grandes Capas. The New York Times magazine.
segunda-feira, 2 de março de 2026
Até parece mentira
O candidato derrotado ao prémio Nobel da Paz, e que inventou guerras para dizer que acabou com elas, inicia guerras para que lá na terra fiquem esquecidos dos seus feitos pedófilos. Há dinheiro com fartura e jovens para morrer na guerra pela paz. Mandou a mulher dizer coisas na ONU e atacou com promessas de libertação. Fantástico.
O que está a acontecer no mundo é uma guerra mundial por parcelas. Coisa moderna. Diferente. Com apelos à mentalidade Ronaldo: tu consegues. És o maior. Vamos ser grandes. Depois há os que assistem de bancada, como o governo de Portugal. Ai, não?! Então? Ah, pois é, desta vez não somos neutrais. Não apoiamos quem ataca mas atacamos quem ataca os agressores. O Irão tem um regime teocrático, mas daqueles sem presépio. Ainda se fosse um regime que impusesse um catecismo em cada esquina, mas não, aquela gente acredita em coisas estranhas, a abater. O governo português tomou posição contra o Irão porque ataca tudo em seu redor como se não houvesse amanhã. Não está a haver amanhã para muita gente, é certo. Mas o governo Montenegro/PSD/CDS já perdeu a guerra das palavras, pelo menos. Perdeu uma oportunidade para ficar calado. Para dizer disparates já bastam Passos Coelho e Ventura. Aquilo devem ser nervos.
domingo, 1 de março de 2026
Passos perdido
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Odiaremos o ódio
A LIBERDADE FAZ-NOS CRESCER | Foram os encontros mais gratificantes entre todos os que já promovi. Honra e prazer em ter entre os meus amigos António Cabrita, Viriato Teles, Jorge Abegão, António De Castro Caeiro e Fernando Cabral Martins. Terminou esta sexta-feira a minha exposição na Galeria da Biblioteca Camões, com uma conversa de alto gabarito intelectual que já constitui história nas vidas de quem participou. Fernando Cabral Martins contou-nos histórias do seu Fernando Pessoa e António de Castro Caeiro falou dos sentimentos que trazemos agarrados ao corpo e que às vezes nem percebemos que são sentimentos. Terminámos em beleza. Um luxo, sem qualquer dúvida.
Foram
quatro semanas de apologia do conhecimento cultural e da substância
intelectual. E foi divertido, sim, a cultura não é chata, quando é
exigente e consistente. Chatos são os apologistas da ignorância.
Agradeço a todos os participantes acima mencionados, às pessoas que
quiseram estar presentes , mas também a Ana Nogueira, curadora da
exposição e a Thales Soares, programador da Biblioteca Camões. Foi
"quase" um prazer, como diria João Paulo Cotrim. Há esperança para quem
insiste em pensar e em reagir. Resistir ao anúncio da desgraça.
Como disse José Afonso em entrevista a Viriato Teles: “O que é preciso é criar desassossego. Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…) Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de ‘homenzinhos’ e ‘mulherzinhas’. Temos é que ser gente, pá!”.
Seremos gente. "seremos muitos/seremos alguém", como cantou José Afonso. E "Ficar parado? Antes o poço da morte que tal sorte", como acrescentou Sérgio Godinho. Vamos ter encontros para conversar em prazenteiro convívio. A amizade recompensa. A liberdade faz-nos crescer. Odiaremos o ódio, com a paz das palavras.
AS PALAVRAS
Matérias transformadas
por José Teófilo Duarte.
Finissage em 27 de Fevereiro. 2026.
Galeria da Biblioteca Camões.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Fernando Pessoa, os sentimentos e mais umas coisas
por José Teófilo Duarte.
Galeria da Biblioteca Camões.
Largo do Calhariz, 17. Lisboa.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Finissage
por José Teófilo Duarte.
Galeria da Biblioteca Camões.
Largo do Calhariz, 17. Lisboa.
Receituário
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
domingo, 22 de fevereiro de 2026
E políticos, não há?
O homem de negócios que é primeiro-ministro convidou um aparentemente competente chefe de polícia para ministro das polícias e de outros desentendimentos. Deve ter tido algumas dificuldades em escolher um político. Quem é que quer aplicar as políticas para a imigração escolhidas pelo governo em conluio com o partido fascista? É difícil imaginar alguém decente abeirar-se dessa imbecilidade ajustadora. O chefe de polícia aceitou. Uma chusma de gente, entre comentadores e políticos profissionais, correram em elogio da escolha maravilhosa. Provavelmente estou contra essa maré. Pouco me importa o desempenho de um polícia que aceita ser político sem o ser de um governo quase de extrema-direita. Comunica melhor? Boa, entremos na era do vazio, em que o que é preciso é explicar tudo, e mesmo o seu contrário, para bom entendimento dos comentadores e cinismo dos políticos da oposição. Boa sorte, senhor agente. Parece que o país depende de si.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Palavras para José Afonso
PALAVRAS PARA JOSÉ AFONSO | Um regalo de fim de tarde. Veio muita gente interessada em ouvir Jorge Abegão e Viriato Teles falarem sobre a vida e obra de José Afonso. A poesia de José Afonso provocou reflexão e atitude. Jorge Abegão falou dessa atitude na poesia. Viriato Teles recordou a relação de José Afonso com a imprensa e ambos falaram de carácter e sentido de comunidade do genial criador de música e de poesia. As palavras unem-nos, provocam-nos inquietação mas também conforto. Para mim foi um regalo, e para toda a gente que aqui quis estar também. Era visível o bem-estar. Muito obrigado, Jorge (Abegão) e Viriato (Teles). É sempre bom conversar com vocês, mas desta vez foi mesmo muito bom.
A próxima sessão, e última — finissage da exposição — de AS PALAVRAS será na próxima sexta-feira. O convite segue dentro de momentos.
AS PALAVRAS
Matérias transformadas
por José Teófilo Duarte.
Fevereiro 2026.
Galeria da Biblioteca Camões.
Largo do Calhariz, 17. Lisboa.
Fotografias de Ana Nogueira
Facebook
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Eu, que não vou em futebóis
Há racismo no futebol? Portugal é um país racista? Mas ainda existem dúvidas? Uma federação europeia do futebol deu um prémio da paz ao presidente mais racista da história dos Estados Unidos da América. Em Portugal os insultos racistas resvalam nos relvados. Um treinador de sucesso considera tudo relativo. São coisas que acontecem. Oh, pá, a malta fica maluca quando entra no estádio. É o nosso lado irracional. Nem percebemos o que dizemos. Aquilo sai, mas não é insulto; é a adrenalina do jogo.
.jpg)
















