quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Joana Amaral Dias é um ser humano inenarrável. Daquela bocarra só sai ódio e palermice. Parece que agora lançou calúnias sobre Mariana Mortágua que incendiaram de novo o ódio naquelas redes que socialmente são usadas apenas com um sentido: bolçar inanidades.  
 
Mariana Mortágua regressou ao seu lugar a tempo inteiro de professora no ISCTE, onde leccionava em tempo parcial (sem receber remuneração) enquanto ocupou o lugar de deputada na Assembleia da República. A criatura odiosa associa as funções de Mariana a um tacho associado a emprego VIP. Não estou interessado em dar importância a gente tão asquerosa. Mas o insulto incomoda porque a agressão reles nunca me é indiferente. A criatura que agride é um nojo. Nunca a estimei, nem quando estivemos aparentemente nas mesmas águas ideológicas. Devo ter faro, como os cães. 
 
Aviso a quem quer reagir em defesa do indefensável: por favor não chafurdem na imundice. Conheci infelizmente a Joana e conheço felizmente a Mariana Mortágua. Já fiz com ela e com outro meu amigo, o Jorge Costa, conversas públicas sobre política e economia, na Casa da Cultura de Setúbal. A imbecilidade não é bem vinda. Grato.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

A gente ajuda

A minha exposição AS PALAVRAS, patente na galeria da Biblioteca Camões, tem adicionada quatro conversas que pretendem debater o estado actual das nossas actividades. Estamos preocupados com a permanente apologia da ignorância. Já conversei com António Cabrita, no dia da abertura — 6 de fevereiro — sobre o que nos leva a fazer coisas mesmo sabendo que estamos contra essa corrente de ignorância e mau saber. 
 
Na próxima sexta-feira vou conversar com Viriato Teles e Jorge Abegão sobre a actividade literária e musical de uma figura genial da cultura universal: José Afonso. Considero este encontro mais uma achega ao combate à ignorância. Falar de José Afonso é sempre preparar o futuro. Aprende-se a ouvi-lo.
 
O encontro com Fernando Cabral Martins, marcado para a passada sexta.feira, dia 13, foi adiado devido à ameaça de mau tempo. Nos próximos dias enviarei o convite com nova data.
Vão aparecendo por cá. Vamos olhar para os dias que se aproximam com mais confiança. A gente ajuda.
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O sexo e a idade

Estes crimes têm idade? Têm a idade do dinheiro acumulado. Do poder déspota e sem barreiras morais. Quem paga manda. Homens muito crescidos, bem instalados na vida que escolheram para viver, são revelados em encontros com raparigas menores e fazem, por isso mesmo, parte de uma lista interminável baptizada com o nome de "ficheiros Epstein". Será que estamos rodeados de tarados sexuais pedófilos? 

Três milhões de páginas é muita página. Muitos dos mencionados não os imaginamos naqueles preparos, mas outros sim. Também há muito gente que está lá porque dá jeito aos predadores, mas não quer dizer que sejam criminosos. Esclarecimento é preciso. As menções são transversais a gregos e troianos. Há lá de tudo: Príncipes da nobreza mais clássica, nobres do petróleo, políticos de extrema-direita, da direita clássica, da esquerda do centro e do centro. Também há religiosos de vários catecismos, ateus e agnósticos. Enfim, gente que temos em boa conta e gente que desprezamos.
Era bom que tudo isto fosse esclarecido de uma vez. Há muita gente poderosa envolvida? Avance a justiça. O mundo precisa de respirar melhor, em todos os aspectos. É de decência que precisamos. Poderosos que acrescentam ao dinheiro e ao poder o crime, são lixo tóxico. Estimulam a corrupção e o proteccionismo político. É com eles que os sistemas apodrecem. O bolor está a vir à superfície. O deslumbramento sexual levou gente aparentemente decente a não o ser. Não o são. São galos sem capoeira. Galinheiro com eles.

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Duvall

Robert Duvall, grande actor, autor de personagens incríveis, morreu hoje. Os personagens ficam aí. Continuaremos a estar com ele. Foi bom viver no seu tempo.

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Da educação

O que se passa nas redes sociais é grave. O partido fascista é aqui que forma o seu exército de meninos nazis. Não se riam, a mentalidade é mesmo essa: "salvar Portugal", "vai para a tua terra", "acabar com os tachos", "acabar com a bandalheira" quando eles são os principais tachistas e bandalhos.
A formação tem inicio nas redes sociais. As ideias depravadas e perfeitamente imbecis têm aqui o seu quartel. Daniel Sampaio tem razão: as crianças "não foram educadas em perceber como devem utilizar a internet". A internet está, para os novos educadores lá em casa, no lugar onde anteriormente estava a televisão. Os putos estão de roda daquilo e eles ficam descansados. Muitos acham normal o filho pedir para ser fotografado com Ventura na rua, quando o encontram em desfaçatez mentirosa, como se este fosse um herói do futuro. É tudo normal. São todos iguais mas este é diferente. É brutinho e malcriado mas "é um dos nossos", admitem. Até já ouvi uma idiota fizer que gostaria que o seu filho fosse como Ventura. Pobre filho da idiota. A estupidez nunca foi proibida, nem no tempo do outro fascismo, nem em democracia e nem seria neste novo fascismo que agora quer voltar a mandar, a reprimir, a matar. Os imbecis são um chão para o fascismo. É preciso combatê-los. Que tal começarmos pela educação, combatendo a imbecilidade?

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

O que me apoquenta

Laurie Anderson revelou a preocupação: um dia a autoria vai desaparecer. Está a acontecer. Assistimos a plágios e cópias como se nada fosse. Até já se defende abertamente o plágio como liberdade criativa. Lindo. "Eu hoje venho aqui falar de uma coisa que me anda a apoquentar". A frase é do Sérgio (Godinho) e eu trago-a para aqui para tornar a coisa mais interessante. Falo de apenas dois exemplos para já.

Cadeira DSW de Charles e Ray Eames.
Primeiro caso - Sempre gostei da cadeira DSW de Charles e Ray Eames. Em tempos pensei investir em meia dúzia de exemplares para a minha casa. Pedi orçamento na loja que comercializa objectos de útil utilização, representantes dos produtos Vitra. Cada cadeira, para cliente mais ou menos frequente, ficava em perto de setecentos euros. Fiquei espantado com o que aconteceu depois. Com certeza que já viram que estas cadeiras passaram a ser exibidas por tudo quanto é sítio. Um dia falei com um proprietário de um bar no Bairro Alto, todo equipado com estes assentos. Quando lhe avancei com o custo de cada cadeira original, fabricada pela Vitra, o homem respondeu-me: com esse dinheiro comprava o dobro das cadeiras que eu tenho aqui. Eram muitas. Percebi posteriormente que havia material daquele por todo o lado. Percebe-se - por menos de cinquenta euros temos cópia sem assunção de autoria. O pirata dá-lhe o nome de poltrona nórdica, por exemplo, e o negócio está feito por um quinto do custo. A memória do casal Charles Eames e Ray Eames não reclama autoria, mas não acho justo. Dobrem a língua. A cadeira original designa-se DSW e foi desenhada por Charles Eames e Ray Eames.

Cadeira Gonçalo de Gonçalo Rodrigues dos Santos.
Segundo caso - As cadeiras Gonçalo são conhecidas de toda a gente. São muitas as esplanadas de Lisboa onde estão instaladas. Foi criada pelo serralheiro Gonçalo Rodrigues dos Santos, tornando-se uma apreciada peça de design de equipamento português. Acontece que ultimamente a peça é apresentada em programas televisivos e em imprensa menos avisada como a "cadeira portuguesa". É isso que é irritante e dá razão a Laurie Anderson. Isto de se esquecer a autoria é moda? É assim que deve ser? a "cadeira portuguesa" não nasceu do acaso. Nada nasce do acaso. Houve um princípio. "Das coisas nascem coisas" como escreveu Bruno Munari, o mestre italiano. Dobrem a língua. A cadeira original foi desenhada pelo senhor Gonçalo Rodrigues dos Santos e chama-se "Gonçalo" por causa disso mesmo. "Gonçalo". "Cadeira Gonçalo", é assim que deve ser chamada.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Decência e competência


Ana Abrunhosa e Gonçalo Lopes são os políticos de primeira água que melhor prestação tiveram na resolução das consequências das tempestades que nos estão ainda a agredir. Demonstraram em tempo real como deve ser um autarca. Aqui ficam como representantes de tantos autarcas que ainda não pararam.
 
O primeiro-ministro foi igual a si próprio: ignorante e trapalhão. Percebemos que faltou às aulas do ensino primário em que se aprendiam os percursos dos rios de Portugal e das colónias. Mentiu? Claro, mas que importa isso? O homem já aderiu aos planos de comunicação trumpistas. "Nunca nada disto foi feito antes". "São as medidas mais extraordinárias de sempre". Enfim, os pantomineiros falam e a realidade grita. Esperemos que a realidade seja mais generosa para todos. 
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Adiada a conversa de hoje


O motivo está à vista. Avisos de agravamentos de mau tempo. Transportes limitados, e, como é previsível, pouca ou nenhuma vontade de se sair de casa. Mais tarde avisaremos data para este encontro. Tenham cuidado. O tempo está zangado. os deuses devem estar loucos.
 
AS PALAVRAS
Matérias transformadas
por José Teófilo Duarte.
Fevereiro 2026.
Galeria da Biblioteca Camões.
Largo do Calhariz, 17. Lisboa.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Design de comunicação

Da série Grandes Capas. Art: Peter de Sève’s “New York’s Toughest”.

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Receituário

LEMBRETE | É já amanhã, sexta-feira, dia 13, que vou conversar com o professor Fernando Cabral Martins sobre Fernando Pessoa. O Fernando é um especialista na obra de Pessoa, com obra publicada, e é um excelente conversador.

Espera-se um fim de tarde de fraterno convívio pessoano, que é como quem diz: vamos olhar em redor e tentar perceber o que levava Fernando Pessoa a ter uma ideia tão assertiva da vida e do comportamento das pessoas, mesmo sem ter certezas nenhumas. Convite feito.
 
AS PALAVRAS
Matérias transformadas
por José Teófilo Duarte.
Galeria da Biblioteca Camões.
Largo do Calhariz, 17. Lisboa.
 
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Orgulhosamente sós


Eu é que me sinto estrangeiro quando percebo que estou a ser agredido por declarações destas, proferidas por este sinistro urubu. A rejeição do cosmopolitismo, com a consequente apologia de um patriotismo que não passa de serôdio e incivilizado nacionalismo, provoca náuseas a quem quer um mundo onde caiba toda a gente. Mas esta gente sinistra quer ficar sozinha no sítio onde nasceu. Restaria desejarmos-lhes as melhoras se não fosse o caso de poderem vir a experimentar ter o poder de ofender e segregar quem desprezam. Este até já foi primeiro-ministro, e há quem anseie pelo seu regresso. Assim sendo só nos resta mandá-los dar banho ao cão. Mas tem de ser cão de raça nacional e o banho não pode ser dado por esses estrangeiros que nos querem roubar a pátria. Tão orgulhosamente sós. Tristes solitários.

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O Zé sempre em pé

A exposição abre hoje no Museu Rafael Bordalo Pinheiro. Vão estar lá resmas de zés povinhos em papel e osso, e vão por lá ficar mais algum tempo. Perder esta festa é perder muito. Não a percam, portanto.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Sem certezas nenhumas

Na próxima sexta-feira vou conversar com o professor Fernando Cabral Martins sobre Fernando Pessoa. O Fernando é um especialista na obra de Pessoa, com obra publicada, e é um excelente conversador. Espera-se um fim de tarde de fraterno convívio pessoano, que é como quem diz: vamos olhar em redor e tentar perceber o que levava Fernando Pessoa a ter uma ideia tão assertiva da vida e do comportamento das pessoas, mesmo sem ter certezas nenhumas. Convidados.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Metem dó. Metem nojo.

O labrego perdeu mas diz que ganhou de outra maneira. O candidato derrotado com a menor votação de sempre num concorrente à segunda volta, diz que agora vai ganhar o país para fazer governo. O governo que tem na sombra é composto por gente de um ridículo arrasador. Claro que temos muita gente a votar nestes inenarráveis patifes. Um milhão e setecentos mil votos é muito voto. 

No discurso de "vitória", o labrego informou os seus seguidores da necessidade de se combaterem as elites. As elites estão contra nós? combatam-se as elites. As elites não fazem falta nenhuma numa sociedade de labregos. E ali todos querem ser como o seu líder. Labregos encartados. Ora, o labrego não é de maneira nenhuma líder de coisa nenhuma. Mal estaria a direita se tivesse um líder tão odiado, rejeitado pela mais expressiva votação num candidato vencedor à Presidência da República. Ventura venceu no patamar do comentário televisivo. Todos os comentaristas comentam os comentários dele. Já não há paciência.

Outrossim: A SIC convidou João Cotrim de Figueiredo para fazer de Luís Marques Mendes. Parece que se quer insistir na ideia de criar um candidato a Presidente a partir do comentário semanal. Não sei se já perceberam isto: Marcelo já não seria Marcelo, e Mendes entrou tarde no comboio de Marcelo. Percebo: um representante da direita-caviar a comentar traz outro brilho ao desfile. Mas não se sabe se o labrego vai continuar a ser convidado para comentar dia-sim-dia-sim a sua alucinada ficção política. E espero com toda a convicção que o representante da direita-caviar saia do comboio numa estação bem longe de Belém. Cotrim é sinistro porque tem ideias sinistras nada aplicáveis ao estado a que isto chegou. E, muito sinceramente, é nauseabunda a legião de imberbes comentadores do partido fascista. Já ouvi um desses imberbes de aspecto repugnante considerar Simone de Beauvoir pseudo-intelectual, em resposta a uma comentadora que citou a brilhante intelectual francesa. Ignorantes e arrogantes. Metem dó. Metem nojo. Tão novinhos e tão parvinhos.

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Venceu a democracia e a decência

Há quem já considere que o biltre vai ser primeiro-ministro um dia. O pesadelo pode acontecer, mas recuso-me a imaginá-lo. Nunca respeitarei fascistas. Estas eleições foram um teste a essa hipótese, mas o objectivo não era a vitória. Os comentadores esqueceram um facto importante: o candidato do partido unipessoal fascista teve menos cem mil votos na primeira volta do que o partido fascista nas legislativas. Agora teve mais uns pontinhos. Isto revela que o partido fascista tem, mais coisa menos coisa, a mesma aritmética do fascista que o dirige. Pode ser que a onda se esbata. Esperemos que sim.

A segunda volta uniu-nos. Os democratas que viveram os últimos cinquenta anos como os melhores das suas vidas não querem um enérgico líder autoritário, egocêntrico, mentiroso compulsivo e possuidor de uma incomensurável e ridícula vaidade em Presidente de uma República com uma Constituição solidamente democrática aplicadora de um civilizado estado de direito. Nem em Presidente da República, nem em primeiro-ministro. É normal que assim seja. Quem quer um cretino que é contra a democracia participativa, e que luta contra a participação das pessoas na democracia, ser instalado nos lugares de Presidente da República, primeiro-ministro, juiz absoluto, polícia de costumes e senhor todo poderoso de todos os poderes locais e internacionais? Três salazares? Ele quer ser uma resma de salazares. Ninguém quer estar nessa. Só mesmo grandes otários anseiam inscrição nessa coletividade. Claro que os otários são muitos. Mas nós somos mais. Pelo menos por enquanto. Sim, senhores comentadores que se incomodam com a nossa preocupação anti-fascista, insistiremos em lembrar: Ventura nunca. FASCISMO NUNCA MAIS.

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Dia de reflexão


 Bom dia.

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O rei parvalhão


Este idiota que se deixou publicar na suas próprias páginas das redes como se fosse o Rei Leão da história animada, publicou-se a si como rei e retratou os outros presidentes como primatas seus súbditos. Um vídeo absolutamente racista, ou seja, uma demonstração de atitude criminosa.

O idiota diz agora que só viu o principio daquela coisa e que assim sendo não assume culpa nenhuma. De facto, ver um vídeo de mais de três minutos é muito esforço intelectual para o infantil líder dos republicanos. Foram os seus colaboradores que fizeram aquela treta, logo são eles os culpados. Estúpido, autoritário e cobarde. O imbecil mandou tirar aquela porcaria das redes, mas o que está feito está feito. Democratas e republicanos já se manifestaram contra a prestação pretensamente humorística. O imbecil não tem graça nenhuma, mas está convencido que a tem. Chamar imbecil ao imbecil é elogio. O que ele é mesmo é um criminoso racista. Os americanos decentes não acordam?
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Aconteceu





Foi muito bom estar com os amigos de sempre e com os futuros amigos que apareceram. Conversámos. mostrámos preocupações e revelámos alegrias. Acho que aprendemos com a intervenção do António Cabrita. A próxima visita/conversa vai ser na próxima sexta-feira, dia 13. Vou conversar com Fernado Cabral Martins sobre Fernando Pessoa. Convidados.
 
A folha de sala da iniciativa é este jornalinho que aqui coloco em anexo. Tem textos de Ana Nogueira, António Cabrita, João Paulo Cotrim e Fernando Luís Sampaio. Também está lá divulgada a agenda das sessões.
Só mais umas palavrinhas: amanhã vamos votar contra quem quer anualr todas as palavras inteligentes. Vamos livrar-nos do fascista Ventura. Vamos eleger António José Seguro. Sem hesitações. Bom voto.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Vai acontecer

AS PALAVRAS estão instaladas na galeria da Biblioteca Camões. Daqui a pouco estamos à conversa eu e o António. Até já, se puderem. 
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