terça-feira, 25 de junho de 2019

CRISTINA SAMPAIO MUITO CÁ DE CASA | É a convidada da Festa da Ilustração 2019, com exposições de excepção — com curadoria de Jorge Silva — na Casa Da Cultura | Setúbal e na Casa da Avenida. Vai estar à conversa comigo na próxima sexta-feira. Vamos falar do trabalho que faz para o Público, para as publicações estrangeiras e das ilustrações animadas que faz com André CarrilhoJoão Fazenda e João Paulo Cotrim para a RTP — Spam Cartoon.
Apareçam, se puderem. E se quiserem, é claro.

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

JORGE DE SENA EM VOZ ALTA | Regresso de Jorge Silva Melo e de Luis Lucas a mais uma leitura EM VOZ ALTA. Desta vez é Jorge de Sena o poeta a ser chamado ao estrado. Última sessão da temporada. O regresso é depois do verão, com mais poetas, e a colaboração dos Artistas Unidos com a Casa Da Cultura | Setúbal. Até já.
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O SEGURO MORREU QUASE VELHO | Então isto é assim: Santana percebeu que tinha de ser ele a endireitar a direita. Sai do seu PPD/PSD de sempre e engendra uma engenhoca com nome de seguradora. Mas para tornar a coisa mais segura, o endireita anda em busca de arranjinhos. Não é seguro que já tenha contactado Rio, o actual líder do seu partido de quase sempre, para fazer aliança, mas lá chegaremos. É que o seguro morreu de velho. E nisto de seguradoras, entre fidelidade e aliança, Santana opta por se posicionar no estrado do estrelato. Só pensa nisso.
Fonte Observador
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sábado, 22 de junho de 2019

GENTE SEM QUALIDADES | Moro terá de fazer um grande esforço para provar que não é um trauliteiro. Bolsonaro, esse, não vai conseguir disfarçar. Não passa de um primata ignorante. O mundo não pode estar à mercê de gente sem escrúpulos nem trambelho. Decência precisa-se no Brasil.
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sexta-feira, 21 de junho de 2019

DA VIOLÊNCIA E DA MORTE | Mais um caso de violência doméstica extrema. Um caso mortífero. São casos atrás de casos. A visibilidade que estes crimes hoje atingem e as leis que castigam os criminosos não são suficientes para a correcção do problema. Vem tudo muito lá de trás. É a educação que falha. É a maldade que impera.
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quinta-feira, 20 de junho de 2019

DIA MUNDIAL DO REFUGIADO | Refugiados são gente como nós, mas que estão em situação de risco. Merecem a nossa solidariedade. Depois de se depararem com as privações e ameaças impostas nas suas terras, levam pela frente com gente sem qualquer sentido de humanismo. São gente que governa países grandes, mas que revelam todos os dias a sua reles pequenez. Gente tão pequena como Salvini. Não são fascistas? Que importam esses desígnios? São simplesmente escroques. 
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MANUEL JOSÉ HOMEM DE MELLO | Morreu o embaixador Manuel José Homem de Mello. Em finais de 2014 concebi este livro de pensamentos seus. Reedito aqui as palavras que alinhei na altura, e recordo assim essa figura maior da vida portuguesa.
LINHAS DE RUMO - MANUEL JOSÉ HOMEM DE MELLO
Há trabalhos que nos agradam pelo prazer de lhes darmos uma imagem. Há outros que nos agradam por nos proporcionarem à partida bons momentos de fruição. Este Linhas de Rumo acumula prazeres.
Manuel José Homem de Mello colaborou com Marcello Caetano, mas percebeu que ali não era o seu lugar. Divergiu da teimosia das então autoridades portuguesas em relação às chamadas "províncias ultramarinas". Colaborou activamente com a democracia. Rejeitou todo o tipo de hipocrisias. Passou ao papel as suas opiniões — nos jornais e em livros. Comentou política nas televisões. Agora resolveu oferecer estes testemunhos à sua família e amigos. Helder Moura Pereira seleccionou os textos, a partir de extenso trabalho publicado. A filha Mafalda explica em breve nota os motivos. A filha Cristina fez-lhe retratos recentes. Os textos são de uma lucidez e assertividade dignos de nota. Estes testemunhos revelam o carácter de um cidadão atento e interventivo. Eu tive o privilégio de conceber o objecto livro, que desenvolvi na DDLX Design Comunicação Lisboa, com João Silva. Manuel José Homem de Mello fez questão de me agradecer pessoalmente. Deslocou-se ao nosso ateliê, no Bairro Alto, para apresentar a sua gratidão. Claro que não tinha nada para agradecer. O prazer foi todo nosso. Mas esta atitude reforça a dimensão que molda este grande senhor. Esta humildade é de uma grande sofisticação. Muito obrigado, Manuel José Homem de Mello. Muito obrigado mesmo.

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quarta-feira, 19 de junho de 2019

CRETINOS PODEROSOS | O fim das doenças fatais já está assegurado. Só falta prometer a eternidade. Mas há aqui um senão. Sondagens: todas as possíveis candidaturas contra este messias são ganhadoras. Existe a hipótese de varrer o salvador da humanidade dali para fora nas próximas eleições. Há sempre quem não acredite em messias. Mais ainda quando se apresentam disfarçados de idiotas. Veremos se os idiotas irão mesmo dominar o mundo. Veremos.
Fonte MAGG
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terça-feira, 18 de junho de 2019

O TRIUNFO DOS PORCOS | Boris vence mesmo sem participar em debates. O efeito Bolsonaro alastra. Esta nova direita informatizada rejeita a democracia, tal como a que andava à volta das coisas velhas. Nada de novo, pois. Sempre foi assim. 
Fonte Expresso
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segunda-feira, 17 de junho de 2019

DA ALARVIDADE COMO NEGÓCIO | O que espanta é esta Intensa actividade, mesmo depois de se ter confirmado o que há muito muitos denunciavam: o homem não passa de um ignorante labrego e sem princípios. Parece que estamos perante uma demonstração de fuga para a frente - comprar e fundar como se não houvesse amanhã. É fundamental uma pergunta: com que dinheiro?
Fonte Expresso
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sábado, 15 de junho de 2019

CADEIRA GONÇALO | Alguém tem para venda, ou conhece quem tenha, oito cadeiras Gonçalo — consagrado design português — assim como as da imagem junta, mas em segundo cu? Pode ser em qualquer estado, desde que se aguentem. É para pintar. Resposta por mensagem privada, aqui pelo facebook, ou por e-mail: jtd@ddlx.pt. Obrigado e bom fim-de-semana.
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ZEFFIRELLI | Adeus, mestre. Só posso agradecer as fitas que tive a oportunidade de ver passar. 
Fonte La Republica
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DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Da série Grandes Capas. Christopher Gregory para a TIME.
time.com/longform/sinking-islands-climate-change
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sexta-feira, 14 de junho de 2019




OS DIAS DA FESTA DA ILUSTRAÇÃO | A Festa continua. Depois de uma tarde animada por Cristina Sampaio, no passado sábado, no Espaço Ilustração da Casa Da Cultura | Setúbal, e de um fim de tarde com André Ruivo, ontem, na Lapso Galeria, vamos ter mais um fim de semana intenso, com "coisas" a acontecer na Casa da Cultura e na Casa da Avenida. E as exposições aguardam visita e revisita. Apareçam.
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quinta-feira, 13 de junho de 2019

OS DIAS DA FESTA DA ILUSTRAÇÃO | Esta quinta-feira, a partir das 18H30, vamos receber André Ruivo na Lapso Galeria. LIvros Abraços e Zzzzzzzzz em apresentação com direito a autógrafo. É na Lapso que está a exposição ILUSTRAÇÃO PORTUGUESA. Celebra-se a ilustração. Não há outra festa assim. 
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terça-feira, 11 de junho de 2019

RUBEN DE CARVALHO | Era um intelectual puro e duro. A curiosidade cultural levava-o a procurar conhecimento onde só se vislumbravam trevas. Mas conseguia encontrar talento nessa escuridão. Uma vez, num debate sobre música e músicos discordei dele. Discordámos um do outro. Ficámos assim. Cada um com a sua. Foi um belíssimo debate pouco entendido por muitos dos presentes na sala, que não apreciaram as minhas discordâncias. Sei que mantinha uma conversa intensa e interessante com um assumido fascista numa rádio nacional. Não lhe gabo o gosto, mas gabo-lhe a pachorra. E agradeço o que me esclareceu sobre muito do que se passa culturalmente na América do Norte. Muito obrigado, Ruben.
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TRETAS DA PORTUGALIDADE II | Estava mesmo a pensar não comentar o texto do presidente patusco de umas comemorações patuscas. O texto da Isabel dá para aquilo e sobra. Mas há uma ideia referida pelo dito que me emocionou: refere o homem que muita gente ficou admirada com a escolha dele para o palanque. Ele incluído (e eu também). Mas olhando melhor para o que se sucedeu, e agora que está no palanque, acha que assim é que deve ser: pessoas comuns é que é, diz ele. Ele que é pessoa comum, mas "chegou ali", diz ainda, com notado orgulho. Ou seja: As pessoas comuns (seja lá isso o que for, no meu entender ele acha que pessoas comuns é o que as pessoas normais acham dos básicos. Desde Trump que há quem queira que seja assim), são fantásticas quando chegam a lugares fantásticos, que é onde ele pensa que chegou, o básico. Se isto não é populismo, o populismo agora passou a chamar-se outra qualquer coisa comum que este tretas vai inventar, de certezinha.
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segunda-feira, 10 de junho de 2019

TRETAS DA PORTUGALIDADE | Eu podia dizer umas coisas sobre as coisas que disse o Tavares das tretas, mas a Isabel Faria escreveu isto e eu calo-me e aplaudo o que ela diz. O tretas disse mais do mesmo. O costume.
Pronto, fui ler o discurso do Tavares. Ok, confesso, saltei umas coisas, mas li um bocado grande. Suficientemente grande para ter confirmado o que já calculava e que se resume em duas ou três respostas:
Não, não lutámos pela liberdade em 1974. Lutámos pela liberdade durante 48 anos. Nós. Eles não. Aliás, lutámos contra eles.
Não, não lutámos pela democracia em 1975. Lutámos para não perder a batalha da liberdade e da justiça social, da habitação, saúde e educação, como cantávamos com o Sérgio. Nós, enquanto eles conspiravam para matar a democracia. E eles venceram. E nós fomos derrotados. E a derrota só não foi completa e irreversível porque muitos de nós resistimos. Nós, enquanto eles nos perseguiam, cansavam, atacavam, isolavam e maltratavam de fome, de desemprego, de solidão e de desencanto.
Não, não lutámos pela UE nem pelo Euro. Eles impuseram-nos uma e outro sem sequer nos perguntarem se queríamos ambos. Ou apenas um. Ou nenhum.
A divisão que o Tavares faz, entre nós e eles, existe sim.
Mas ele é um deles. E eu não.
A divisão não é entre políticos malvados e povo coitadinho. A divisão é entre quem está dum lado e de outro da liberdade, da democracia, da justiça social. E da vida.
Apenas uma nota final: há na análise que faço algum preconceito? Sinceramente acho que não se chama assim. Chama-se barricada, para usar um termo que o Tavares deve achar demodé. Mas eu não.
Um discurso reaccionário e populista, como lhe chamei ali em baixo. Reitero. Isabel Faria 
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domingo, 9 de junho de 2019

OS DIAS DA FESTA DA ILUSTRAÇÃO | Hoje, no PúblicoRita Pimentaesclarece a importância de recordarmos os ilustradores assassinados em Paris, em janeiro de 2015. Tignous ficará ligado a Portugal pela Festa da Ilustração - Setúbal. Setúbal liga-se assim à grande ilustração que se faz no mundo. A Festa continua e aguarda visitas.
www.festailustracaosetubal.pt

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sábado, 8 de junho de 2019

A FESTA DA ILUSTRAÇÃO TODOS OS DIAS | Hoje há workshop, com a Cristina (aqui retratada com a Zebá pelo André Carrilho), e amanhã há animação por outra Cristina, da Bibiblioteca Andante que, com Fernando Paiva, vai estar na Casa da Avenida. A Festa é todos os dias, em muitos sítios. Até já.
www.festailustracaosetubal.pt

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AUTORES EM CONVERSA | É o regresso dos encontros com escritores na Culsete. José Riço Direitinho é uma das mais irrequietas vozes da crítica e da literatura do país Portugal. Vai estar hoje na Culsete ao fim da tarde. De raspão podem ver a exposição de Mariana Malhão que está por lá e que se integra na Festa da Ilustração - Setúbal. Até já.
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quinta-feira, 6 de junho de 2019




FESTA DA ILUSTRAÇÃO TODOS OS DIAS | A Festa da Ilustração - Setúbal continua e recomenda-se. As exposições aguardam visita. Cristina Sampaiona Casa Da Cultura | Setúbal e na Casa da Avenida. Tignous, no Museu do Trabalho Michel Giacometti. Manuel Lapa, na Galeria do 11. Ilustração Portuguesa, na Lapso Galeria. Ver ao Perto, na Casa Bocage. Alunos das Escolas Superiores de Artes na Casa do Largo. E mais as actividades paralelas. Cristina Sampaio vai estar na Casa da Cultura para orientar workshop. E Cristina Andante vai animar a Casa da Avenida. Procurem o Jornal da Festa. Lá está tudo. E é um belíssimo jornal. Ou não fosse ilustrado pelos melhores. Até já.
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segunda-feira, 3 de junho de 2019

AGUSTINA | Foi uma grande senhora. Uma grande, grande escritora. Nome grande do nosso tempo. Agustina Bessa Luís morreu hoje. Como estamos em plena Festa da Ilustração - Setúbal, recordo-a aqui com este desenho do André Carrilho
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domingo, 2 de junho de 2019

ILUSTRAR A LIBERDADE | Foi este o título escolhido para a exposição de Tignous — Tignous Officiel — na Festa da Ilustração - SetúbalCristina Sampaio, ilustradora contemporânea convidada desta Festa, propôs o nome de Tignous para a exposição em que pretendemos homenagear os ilustradores barbaramente assassinados no Charlie Hebdo em janeiro de 2015. Tivemos a suprema honra de ter entre nós a mulher que partilhou a sua vida com o artista. Chloé Verlhac esteve em Setúbal, no Museu do Trabalho Michel Giacometti, local onde está instalada a mostra, em sessão carregada de emoção. Foi a sessão mais marcante destas Festas da Ilustração que já vão em cinco anos. A intervenção de Maria das Dores Meira abriu caminho à comoção que se cumpriu com as palavras de Clohe, uma mulher inteligente, excelente observadora de realidades e portadora de consistentes convicções. Escrevo estas singelas linhas para esta banal página do facebook com lágrimas a espreitar. Foi tudo tão bonito e comovente. E Chloé vai voltar. Pessoas que nos fazem pensar com a ternura à flor da pele ficam nossas amigas. Muito obrigado, Cristina. Muito obrigado, Chloé.
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sexta-feira, 31 de maio de 2019

GRANDE FESTA | A Festa da Ilustração - Setúbal abre hoje à meia-noite. É a celebração da grande ilustração em Portugal e no mundo. Não há outra festa assim.
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quinta-feira, 30 de maio de 2019

EM VOZ ALTA | Lia Gama, João Meireles e Nuno Gonçalo Rodrigues vão ler José Afonso. A iniciativa dura há duas temporadas e tem organização conjunta da Divisão de cultura da Câmara de Setúbal, dos Artistas Unidos e da DDLX. As leituras são feitas na Sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal, mas, desta vez, para que a evocação seja mais intensa, a sessão vai acontecer na Casa da Avenida, local onde está patente uma exposição evocativa da poesia de José Afonso. A coisa promete. Poeta lido e leitores de alto gabarito. 
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CAFÉ CENTRAL | O Café Central, em Setúbal, era o ponto de encontro das mais variadas camadas de população. Jovens estudantes, professores das escolas da zona, comerciantes, artistas, animadores de colectividades e forasteiros com encontros ali marcados ou não, eram visita frequente do agradável local. O Central viu de tudo: negócios, fruição cultural, animadas discussões, expontâneas performances. Vivências que são agora memórias registadas em livro por Alberto Alves, seu proprietário, que aqui faz relato emocionado de bons momentos ali passados. O lançamento é esta quinta-feira, na Casa da Avenida, em Setúbal. Vamos dar dois dedos de conversa sobre o assunto. Vamos recordar. Até já. 
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quarta-feira, 29 de maio de 2019

ABRIU A ÉPOCA DA CAÇA | Isto aconteceu em Valongo. Se fosse na Lapa, em Lisboa, talvez desse para apanharem o homem da Fundação Berardo. Ah, é verdade, não dava. Ele não tem dívidas. As dele somos nós que pagamos.
Fonte Público
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