DA ABJECÇÃO | Um criatura abjecta que um jornal abjecto tornou "jornalista", resolveu insultar de maneira abjecta a deputada ainda do LIVRE e o meu amigo Mamadou Ba, ambos de origem africana. No insulto, a associação da imagem à frase racista são coisa digna de processo judicial, digo eu, que ainda acho que vivemos num estado de direito, e temos uma Constituição que rejeita o racismo e o fascismo. A jornalista fascista e racista é um ser abjecto, repito, mas tem uma chusma incontável de seguidores abjectos que devem atingir espasmos de prazer com os comentários abjectos que postam. Ou bostam? O jornal abjecto tem uma estação de televisão abjecta. O grupo abjecto que os aloja já elegeu um deputado abjecto. Diariamente insultam, agridem, mentem. Até têm uma bruxa abjecta que, dando erros até a falar, anima e divulga a abjecção. Mas há mais motivos de preocupação. Ontem, na SIC-N, uma jornalista da chamada imprensa de referência, comentando as tropelias da dita deputada, falava em diferença de raças para justificar não sei o quê. Pelos vistos, a jornalista faltou à aula de jornalismo onde se falou da existência de apenas uma raça: a humana. Portanto, quando se fala de racismo, fascismo, machismo, homofobia, xenofobia e outras merdas que esta gente tem na cabeça, falamos de algo que está entranhado no bom povo português (como dizia o outro), e que tem representantes mediáticos que divulgam com competência o seu "pensamento". Há uma péssima notícia: é este tipo de imprensa que vai dominar a comunicação em Portugal. Outra má notícia ainda: alternativa a este esterco não existe, pelo que se vai percebendo ao passarmos pelas outras estações emissoras. Acho que está na hora de os denunciarmos sempre, antes de termos de emigrar.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
A VIDA SONHADA DAS BOAS ESPOSAS | É já na próxima sexta-feira, dia 29, que Possidonio Cachapa vai estar na sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal. Rosa Azevedo leu o livro. Eu também. Vamos conversar com o autor e com os presentes. É de não perder. Até lá.
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terça-feira, 26 de novembro de 2019
EM VOZ ALTA | David Mourão-Ferreira vai ser o próximo poeta lido. Luis Lucas e Manuel Wiborg vão ser os leitores. É já na próxima quinta-feira, às nove e meia da noite, na Casa Da Cultura | Setúbal. Imperdível.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2019
E A PALESTINA ÀS ESCURAS | Não sei se a deputada livre do LIVRE conhece a música de José Afonso. Se conhece... Recordo-lhe apenas esta. Se não conhece... Desejo-lhe melhores dias.
Lá para o reino da Arábia
Havia amêndoas aos centos
Que grande rebaldaria
E a Palestina às escuras
Havia amêndoas aos centos
Que grande rebaldaria
E a Palestina às escuras
Os Sheikes israelitas
Já que estou com a mão na massa
Lembram-me os Sheikes das fitas
Que dão porrada a quem passa
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Já que estou com a mão na massa
Lembram-me os Sheikes das fitas
Que dão porrada a quem passa
domingo, 24 de novembro de 2019
FALAR BEM E DEPRESSA | Joacine acha que foi eleita sozinha. Há candidatos assim: acham-se o máximo. Uns ungidos por uma fé qualquer, ou por uma inteligência superior que dizem e fazem o que lhes dá na real gana. Agora parece que o LIVRE está com um problema sério decorrente do erro de casting inicial. Não estou a ver nenhum eleitor do novel partido estar de acordo com a deputada. Mas ela é a deputada eleita. E, pela espalhafatosa arrogância já manifestada em doses mais suaves, tudo leva a crer que se distancie e forme outra agremiação mais consonante com os seus dislates e tropelias. É que ela sozinha é um mundo. Até tem a capacidade de discordar de si própria. Valente!
Fonte JE
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Fonte JE
sábado, 23 de novembro de 2019
HISTÓRIAS DE DESENCANTAR | A gente até pode puxar pelo catecismo das boas vontades e tentar perceber o que se passou. Mas não chegamos a lado nenhum. Qualquer um de nós, mesmo sem disciplina partidária e sem experiência parlamentar, saberia o que fazer. A justificação da deputada é mesmo a parte gaga da coisa. Desculpem-me qualquer coisinha.
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FASCISMO NUNCA MAIS. É PRECISO FAZER UM DESENHO? | A entrada da extrema-direita no parlamento é preocupante. De um momento para o outro todos estamos a subsidiar movimentos que nos querem tramar a vida. Os programas dos partidos de extrema-direita propõem a anulação de tudo o que nos defende. As políticas propostas são as de um espécie de "salve-se quem puder" sem regras. Ou seja, as regras são as da defesa sem lei do neoliberalismo mais agressivo. O discurso ajustador tem adeptos em quem ficaria na merda se esta gente fosse poder. Os adeptos não dão por nada. Apoiam cegamente o cadafalso. E eles vão alargando influência. Mentem, baralham, confundem conceitos. Fascismo e comunismo são uma e a mesma coisa? Mas que conversa é esta? O que estes pantomineiros classificam como de extrema-esquerda assemelha-se ao seu inverso? Claro que não esclarecem as diferenças: as organizações que definem como sendo de extrema-esquerda são solidárias com quem sofre e lutam pela dignidade das pessoas. A extrema-direita propõe exactamente o contrário. Não somos nós, tenebrosos esquerdistas, que o dizemos. É ler os programas eleitorais. Está lá tudo.
Enfim, a nossa preocupação com a entrada de apologistas do liberalismo sem regras (chamemos-lhes assim), no parlamento, é mesmo preocupante. Mas há mais uma má notícia: estes energúmenos não elegeram apenas um deputado. São dois, pelo menos. E ao percebermos de onde eles vieram ficamos com dúvidas se não estarão por lá ainda mais.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2019
RECEITUÁRIO | PAISAGENS AXIOMÁTICAS. Simão Palmeirim na Abysmo galeria. Abre daqui a pouco. Até já.
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
ALEGRIA DA CRIAÇÃO | Despedimo-nos de José Mário Branco, hoje, na Voz do Operário. Momento emocionante. Aplauso longo, seguido do canto de Grândola, Vila Morena. Canto sussurrado. Bem cantado. A emoção a invadir-nos. Da cabeça aos pés. Enquanto as estrofes se ordenavam nas vozes e nos corações de tanta gente presente, eu imaginei a concepção daquela música que tanto amamos. Como surgiu a ideia dos passos no cascalho. As trocas de impressões sobre arranjos e melodias. Imaginei a alegria da criação. Transformei a minha homenagem pessoal em aprendizagem. E ali estava eu, com José Afonso, Zé Mario, Fanhais. Estava com eles a pisar a gravilha/instrumento. E que feliz estava agora ali com tanta gente viva, de lágrimas nos olhos. Recordá-los, transmite-nos uma sensação em que se misturam a tristeza e a alegria. É gente que nos fez viver melhor, e que nos faz tanta falta. Gente que está viva também na nossa memória. Não morreram, não. Estão vivos e continuam a cantar as nossas emoções: vitórias, derrotas, amores, combates.
Entretanto, um pouco mais ao lado, dizem-me que gentalha do CDS/PP e do PPD/PSD ofende a memória de José Mário Branco nas redes sociais. Também parece que houve para aí uma manifestação de uns energúmenos da extrema-direita polvilhada por agentes das polícias.
Há coisas que a gente aprendeu quando a democracia começou: A extrema-direita é fascista. E o fascismo não é opinião. Não se respeita. O fascismo é crime. E combate-se. Mas há quem alinhe neste desalinho. Como cantou o Zeca: há quem viva sem dar por nada. Há quem morra sem tal saber.
Há coisas que a gente aprendeu quando a democracia começou: A extrema-direita é fascista. E o fascismo não é opinião. Não se respeita. O fascismo é crime. E combate-se. Mas há quem alinhe neste desalinho. Como cantou o Zeca: há quem viva sem dar por nada. Há quem morra sem tal saber.
terça-feira, 19 de novembro de 2019
domingo, 17 de novembro de 2019
O SOM DA TINTA FRESCA | Encerrou hoje com chave de ouro o Festival de Poesia Contemporânea SOM DA TINTA. Passou por Setúbal o melhor que a imprime e dita. Manuel Gusmão e Sophia de Mello Breyner Andresen foram as referências. António Carlos Cortez e Fernando J. B. Martinho Justificaram a excelência da poesia portuguesa. Lisbon Poetry Orchestra, Lula Pena e Teatro da Rainha fizeram soar os sons da tinta. A Culsete assegurou a presença da poesia impressa.
Hoje, na Casa Da Cultura | Setúbal, António Carlos Faria e Nuno Machado (Teatro da Rainha), surpreenderam com um excelente espectáculo para onde foram convocados os poetas homenageados e ainda José Afonso (com bonitas interpretações de músicas suas), Cesariny, Manuel da Fonseca, Pacheco, Alberto Pimenta entre outros. Dedicaram a performance a José Santa-Bárbara, presente na sala. Santa-Bárbara é o autor da maioria das capas dos discos de José Afonso. Foi muito bom estar ali. Foi muito bom este ano zero do festival da grande Poesia contemporânea. Até para o ano.
sábado, 16 de novembro de 2019
UEB | Importam-se de repetir? Esta mulher, que não tem as mínimas condições para ser presidente nem do condomínio do bairro onde mora, é agora apoiada pelos nossos representantes europeus como presidente de um país? Mas onde é que nós estamos? Numa União Europeia das Bananas?
Fonte Público.es
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019
[Os desenhos de Agripino estão expostos no espaço Ilustração até ao fim deste mês]
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
GENTE MÁ E SEM QUALIDADES | A opinião divulgada nesta imagem pertence à ungida "presidente" da Bolívia. O Presidente legítimo foi deposto por um golpe fascista fundamentalista religioso. Na Bolívia já se perseguem os infiéis e a população indígena. Foi exactamente o mesmo que aconteceu no Brasil com a deposição de Dilma. Depois Bolsonaro, com Lula fora da corrida, legitimou o inimaginável até há bem pouco tempo: o eterno retorno do fascismo. É gente má, assistida por um feroz sadismo, que está a tentar dominar o mundo. Em alguns casos à força, em outros com o apoio popular. Já dizia Nelson Rodrigues: "Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade: eles são muitos".
Essa é que é essa.
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Essa é que é essa.
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
NOITE DE ESTREIA | Já escolhi o figurino (os óculos são tal e qual os do autor) e ando a tomar sumo de limão para a voz. É a minha estreia como actor. Sem representação em estrado, é certo. Trata-se da leitura de um texto de Woody Allen. Nem mais. Um bom começo para uma carreira que se prevê longa, caso se dê o regresso do teatro radiofónico, por exemplo. E pronto, o que for soará.
LEITURAS EM VOZ ALTA - Old Saybrook, de Woody Allen
LEITURAS EM VOZ ALTA - Old Saybrook, de Woody Allen
13 Novembro. 21H30
Livraria Snob na Cossul. Rua da Piedade, 66. Lisboa
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terça-feira, 12 de novembro de 2019
AMAR-TE-EI ATÉ TE MATAR | Foi preciso repetir eleições, fazendo a extrema-direita crescer de excelsa maneira, para que estes idiotas percebessem que se tinham de entender. Trabalho e despesa escusados. A farronquice e a inabilidade políticas são más conselheiras, sempre: em Espanha e em todo o lado. Isto não tem nada a ver com ventos e casamentos.
O AMOR EM VISITA | Eis que Maria João Frade (Casa da Avenida, Setúbal) me aparece, radiante de felicidade, com esta edição da Contraponto nas mãos. Imaginem o que se sente. Descobriu-a entre tanta coisa boa que os pais usaram e estimaram. Primeira edição de O Amor em Visita, de Herberto Helder. Foi Luiz Pacheco o descobridor do poeta e seu primeiro editor. O livro foi publicado em 1958 (A data não foi impressa na edição), quando tinha Herberto Helder vinte e oito anos. E agora eu estou a reler os poemas em edição histórica. Regalado.
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
PASSE GERINGONÇA | Sou freguês. Chamo-lhe "passe geringonça". Foi uma medida de esquerda, daquelas que pensam nas pessoas e que as colocam em primeiro lugar. Carlos Humberto foi o rosto visível das negociações. Acredito que aquilo deu trabalho. Mas ele e a equipa que coordenou conseguiram. Estas medidas políticas fazem-nos acreditar no futuro da política. Das boas políticas.
Fonte DN
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VIDAS SONHADAS | No próximo dia 29 de corrente mês é a vez de Possidonio Cachapa pisar pela primeira vez o estrado da sala José Afonso da Casa Da Cultura | Setúbal. Com ele vai estar a Rosa Azevedo, que já leu o livro de carreirinha e vai dizer o que por lá achou, e mais eu, que o vou ler já de seguida e também vou dar ao badalo. Vão tomando nota. Eu vou recordando. Até lá.
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JÁ ESTAMOS NISTO | Na Bolívia já não se contentam em mandar umas bocas nos seus próprios instrumentos de ódio. Já agridem, incendeiam, usam métodos pouco convencionais em democracia. Sim, a democracia está em risco. A subida ao poder de energúmenos como Trump ou Bolsonaro deram asas aos seus seguidores. Chomsky fala mesmo em actuação directa da administração americana. Ah, e tal, mas apesar de tudo não são fascistas. Não?! Não foi por ali que Bannon começou? Esta nova ordem é global. Olhemos também para Espanha. A esquerda tem culpas? Tem. A principal culpa está em não perceber que estes fascistas são capazes de tudo. Sim, fascistas! Chamamos-lhes o quê? Democratas neo-liberais? Era o que faltava.
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domingo, 10 de novembro de 2019
UM UMBIGO DESFIGURADO | São os maiores. Eles é que sabem. Encostam o taxi que circula naquelas meninges destorcidas e vão para a esplanada tecer as leis que deveriam dominar o mundo. Sabem o que fazer com a sexualidade dos outros, soltam opiniões sobre as geografias onde nasceram, ameaçam quem ousa pensar diferente. Sabem perfeitamente que Lula é corrupto e que Bolsonaro é um salvador. Ficam baralhados com a libertação de Lula. Aplaudem a boçalidade de Bolsonaro. Trump foi escolhido por um deus que habita na parte mais justiceira das suas pequerruchas cabeças. Desprezam a cultura. Desprezam o conhecimento que vai além da sua reduzida curiosidade intelectual. Começam a ser muitos. Agora, no país que responde por Portugal, elegeram deputados pela primeira vez. Lançam as garras. Gostam de se ouvir nas redes sociais. As cinzentas estações televisivas entrevistam energúmenos como se fossem pessoas normais. Mentem como se a verdade fosse um divertimento. Tudo é um divertimento para as televisões dos cifrões. Até dá para entrevistas a nazis condenados agora apresentados como extremosos "chefes de família". Um grupo de televisão que elegeu um escroque de extrema-direita palavroso para o Parlamento vai ser o maior grupo de comunicação. O jornal de direita que um grupo de bem intencionados direitolas de serviço inventaram vai parecer um aliado das formações progressistas. Isto está perigoso. Eles só vêem o seu umbigo. Mas o umbigo deles é o que for preciso. Pode não ser preciso ser fascista. Há quem diga que o fascismo nunca aconteceu aqui, nem no Brasil, nem em Espanha. Só mesmo em Itália. Ficamos sem jeito. Então chamamos a estes vermes o quê? Simplesmente filhos da puta? Pode ser, vamos nessa.
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE RESISTE | O mentecapto que se senta no palácio do Planalto bem pode incentivar a desvastação, mas haverá sempre quem faça frente aos desvastadores. Pessoas que querem viver em paz e em bom ambiente com o ambiente onde sempre viveram. Os madeireiros incentivados pela quadrilha que se apoderou do Planalto são criminosos de delito comum. Este homem foi assassinado por eles. Os novos heróis do brasil são estes resistentes. É importante estarmos com eles.
Fonte Carta Capital
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Fonte Carta Capital
domingo, 3 de novembro de 2019
O SOM DA TINTA | Bom nome para uma excelente iniciativa. A grande poesia anda pela Casa da Cultura-Setúbal desde sempre. E agora vai por aqui andar ainda mais intensamente. É a grande poesia e os grandes poetas que vão ter celebração. Ir já é uma atitude literária. Literalmente.
Fonte Abril
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Fonte Abril
sábado, 2 de novembro de 2019
OS SOCIAL-LABREGOS | O representante da extrema-direita no parlamento diz e deixa de dizer o que disse? Defende em tese académica o que depois deixa de defender? E acha tudo isso normal? Eu também acho. Desta vez estou de acordo com ele. Um líder de extrema-direita não passa de um pantomineiro que tudo diz e desdiz. Para esta gente a política é uma coisa estranha, que se deve usar com a utilidade que for preciso. Até o democratazinho Moita Flores já veio defender o seu colega opinador: são prestadores na mesma plataforma de mentira comunicacional, e isto da solidariedade labrega está mesmo nos seus melhores dias. E a chusma de gente que partilha nas redes a razoabilidade dos pantomineiros?! Para eles, a política é uma alarvidade sem contornos de decência ou classificação. São mesmo assim: uns social-labregos.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2019
VIDAS ROUBADAS | A vida serve para ser vivida. Com toda a gente cá dentro. Um bom fim-de-semana para todos.
Fonte/Imagem: Geografia e Sociedade
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Fonte/Imagem: Geografia e Sociedade
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