O candidato derrotado ao prémio Nobel da Paz, e que inventou guerras para dizer que acabou com elas, inicia guerras para que lá na terra fiquem esquecidos dos seus feitos pedófilos. Há dinheiro com fartura e jovens para morrer na guerra pela paz. Mandou a mulher dizer coisas na ONU e atacou com promessas de libertação. Fantástico.
O que está a acontecer no mundo é uma guerra mundial por parcelas. Coisa moderna. Diferente. Com apelos à mentalidade Ronaldo: tu consegues. És o maior. Vamos ser grandes. Depois há os que assistem de bancada, como o governo de Portugal. Ai, não?! Então? Ah, pois é, desta vez não somos neutrais. Não apoiamos quem ataca mas atacamos quem ataca os agressores. O Irão tem um regime teocrático, mas daqueles sem presépio. Ainda se fosse um regime que impusesse um catecismo em cada esquina, mas não, aquela gente acredita em coisas estranhas, a abater. O governo português tomou posição contra o Irão porque ataca tudo em seu redor como se não houvesse amanhã. Não está a haver amanhã para muita gente, é certo. Mas o governo Montenegro/PSD/CDS já perdeu a guerra das palavras, pelo menos. Perdeu uma oportunidade para ficar calado. Para dizer disparates já bastam Passos Coelho e Ventura. Aquilo devem ser nervos.
