António de Castro Caeiro faz hoje anos. Sessenta, para sermos exactos. Uma vida dedicada ao ensino e à divulgação da Filosofia. E a produzir maneiras de observarmos a vida. Pensar. Explicar o que é a Filosofia.
António de Castro Caeiro tem livros publicados que convocam a vantagem de olharmos à nossa volta com todos os sentidos despertos. Participei, como designer, em vários por ele escritos e editados pelo João Paulo Cotrim, na Abysmo. O João Paulo foi a ligação. Ligou-nos às muitas «sessões de esclarecimento filosófico» nos encontros «Filosofia a Pés Juntos», em Setúbal, e a lançamentos de livros. Em Fevereiro deste ano estivemos juntos para falarmos do seu «Sobre os Sentimentos». Foi um encontro com ele e com Fernando Cabral Martins, que animou a minha exposição «As Palavras», na Biblioteca Camões, em Lisboa. Festejo aqui este aniversário porque o António é meu amigo e porque temos muita coisa em comum, como podem comprovar. Mas também porque ele é um nome a fixar, no panorama das artes e do pensamento destes dias em que vivemos e resistimos.
Festejo aqui este aniversário porque o António é meu amigo e porque temos muita coisa em comum, como podem comprovar.
Parabéns, António. Vamos continuar.


