quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A sofisticação da morte

O governo de Benjamin Netanyahu continua a fazer sofrer uma população inteira — um povo que se vê expulso do seu território, sem qualquer respeito pelas regras estabelecidas internacionalmente. Uns seres sem classificação foram de Portugal apoiar o genocídio que dizem não existir. Chamar-lhes humanos não condiz com qualquer classificação razoável. Não são classificáveis; envergonham-nos.

A morte sai à rua todos os dias. As pessoas em Gaza são assassinadas sem compaixão. E não é com "falinhas mansas" que são expulsas das suas casas: é com material bélico. Pessoas tornam-se alvos a abater. As crianças são alvos porque é o futuro daquele povo que querem apagar do mapa. A existência de um povo anula-se assim: à bomba e ao tiro. Em pleno século XXI, são usadas armas de destruição cada vez mais sofisticadas. Estes poderes autoritários só pensam na sofisticação do mal e na aplicação da violência. A morte fica-lhes a matar.

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