Não falam dos jovens mortos por terem caído na esparrela da extrema-direita internacional. A morte de pessoas não conta para esta gente inqualificável. O bocado de esterco que dirige o partido fascista português entrou logo em direto (o costume) em todas as televisões nacionais. Os seus colegas, os responsáveis por esta originalidade criminosa — Fascistas americanos, os governantes de Israel, o governo de Marrocos, os fascistas espanhóis e de outros pavimentos conspurcados —, ficam em recatado silêncio. Só a besta quadrada portuguesa usa o palco diário que a imprensa lhe acautela. Mas não está sozinho. Uma chusma de cretinos e cretinas cá do burgo embarcam na jangada da vergonha. Insultam quem sofre porque foi manipulado. Encontram estratégias criminosas: todos os que não são como nós são criminosos. A situação já está para lá de qualquer designação razoável. A solidariedade e a compaixão cristã já nem são evocadas. São passado. Coisa antiga. Será isto a democracia? Ou será que essa ideia política é já uma utopia de uma esquerda antiquada? Pelo menos de bondade precisamos. Pensem nisso, caros e caras governantes da Europa. Estamos convosco (que remédio). Estejam com quem sofre. E connosco, vá. Que é quase a mesma coisa. É que quem sofre mesmo na pele precisa de compaixão, não de agressão.
