Cada
vez que esta inenarrável criatura sai do austero buraco onde se
alimenta de ódio, dá recados, sugere violências, alimenta polémicas.
Passos encontrou-se por lá com Ventura. O biltre do Chega diz que estava
com saudades. "Era bom que as coisas ganhassem mais ritmo", concordam. E
a gente sabe o que querem dizer com a toada rítmica. E depois saltam
para o pequeno ecrã os profissionais da opinião em intenso exercício
comentarista, como se o que Passos diga seja a resolução de todos os
males, sabendo nós que o mal está nele. Esteve enquanto governante e não
o abandona. Comentar o inominável? Por que carga de água? Será
masoquismo? Deixem-se disso. Vão-se todos lixar. Já não há paciência.
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