Os meus comentários aqui esbanjados nos dois dias anteriores a este, foram espoleta para bastos ataques pessoais com laivos de analfabetismo efectivo. Os fascistas e seus aprendizes ostentam uma linguagem que se ajusta perfeitamente à do seu chefe, mas com menor pendor para o rigor gramatical e semântico. Ele sempre tem uns estudos e esforça-se. Dá a sensação que literariamente os seus seguidores ficaram-se pela leitura do catecismo sugerido quase obrigatoriamente até à quarta classe do tempo dos salazares que tanto adoram. A quarta classe antiga, como dizem, como se ali se aprendesse alguma coisa de jeito. De facto faz sentido ficarem-se pela defesa do antigamente. Antigamente é que era bom, para estes iletrados que se esclareciam no dicionário do Torrinha e levavam réguadas até as mãos lhes ferverem. Gostavam. Têm saudades.
É verdade, as minhas publicações anteriores espevitaram esses idiotas com a autoridade que a ignorância extrema lhes assiste. Foi um fartote de bloqueios que eu não tenho vagar para responder a analfabetos que dizem preferir Camões a Saramago sem lerem nada, nem perceberem o pouco que lhes passa pelos olhos e mente atordoada, nem de um nem de outro. Confesso que no início até achei que os ataques eram elogio. Mas logo percebi que não é bem assim. Ser atacado por imbecis não acrescenta nada de novo. Se não há ali saber, também não se vislumbra naqueles pedaços de desgraçada prosa qualquer encanto. Enfim, que deus lhes perdoe, que eu não tenho tensões de lhes dar essa oportunidade. Pode ser que um dia, depois de uns tempos bem passados a insultarem e mentirem, se juntem todos lá no céu. No céu dos pardais, que é a barriga dos gatos, como dizia a minha avó. Vai ser uma alegria, acreditem. Uma plataforma celeste habitada por idiotas deve ser um encanto. Assim deus tenha paciência para vos aturar. Fiquem bem, arautos do fascismo inscritos ou simpatizantes do miserável partido do chefe malcriado. E até nunca.
A imagem foi retirada do mural do Pedro Vieira Vieira Resurrectet, a quem agradeço com a devida vénia, que eu não sou ingrato.
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