O exercício da força sobre quem já está enfranquecido é pura vontade de humilhar. Há agentes da polícia presos por praticarem essa vontade. Agentes sádicos, mal formados e sem ponta de noção do que é ser agente de segurança fazem o que entendem dentro das esquadras.
Não, não são poucos casos. Estas práticas tornaram-se frequentes com o crescimento do partido fascista. Os elogios a práticas violentas são proferidos pelos idiotas que o dirigem e que vomitam opiniões nos meios de comunicação. O festival do disparate está ao rubro. O chefe da bancada parlamentar já disse com os dentes todos que tem na bocarra imunda que se matassem mais seria melhor. O chefe máximo, na algazarra com José Pacheco Pereira, defendeu a atuação da PSP e da GNR nos tempos da repressão fascista, e já veio agora atacar o ministro Luís Neves por este se preocupar mais com quem está preso do que com quem prende. A apologia do ódio é a profissão destes biltres. Esta gente quer mesmo o fascismo. São fascistas. É gente má. Se conseguissem os seus intentos prendiam-nos a todos. Presos é que estávamos bem. Este país ficaria um brinco sem gente antifascista de esquerda. Ficavam só eles, os direitinhas, muito alinhados, em fila romana, cantando e rindo e fazendo a saudação.
