Teresa Morais presidiu ao debate e enfrentou a delinquência. O chefe do partido com nome de detergente mentiu — olha a novidade — em relação a atitudes de mulheres de esquerda no parlamento, com especial foco em Isabel Moreira. O costume.
Teresa Morais reagiu defendendo o bom funcionamento da democracia na sua casa representativa. O chefe do dito partido não gostou e o responsável pelo curral também não. E o inenarrável Filipe Melo saiu da mesa de onde costuma mandar "boquinhas nojentas" para Isabel Moreira e foi para o curral dirigir bocas porcas para a dita mesa. Uma acção que já é um costume entre os habitantes do curral.
Teresa Morais inscreve assim um registo que deveria ser habitual no parlamento. Aguiar-Branco, presidente da Assembleia da República e segunda figura do Estado português, permite tudo porque acha que, no seu entender, tudo pode ser permitido. Só se apercebeu da ordinarice que ali se instala diariamente quando se fartou de ser chamado repetidamente pelo chefe do curral com estalos de dedos, como quem pede um copo de três na tasca do lugar onde se diverte.
Teresa Morais devia ser Presidente da Assembleia da República em permanência.
Neste DIA INTERNACIONAL DA MULHER, é da maior justiça realçar quem nos defende dos energúmenos que nos agridem a inteligência e a decência com a sua desbragada má-criação e falta de sentido de Estado, e democrático, já agora. É importante denunciarmos quem não nos respeita. É bom haver quem defenda a decência. Pessoas como Teresa Morais, sendo alguém que não caminha pelo nosso trilho, permite que nos encontremos na esquina onde uma placa imaginária assinala: RUA DA DEMOCRACIA. Que misóginos, machistas, fascistas e outros manhosos malabaristas da vida vão para outra rua. FASCISTAS RUA!
