"Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho". Escreveu Fernando Pessoa.
POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um motivo
artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto
sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada
de Homero para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito
muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do
Bronze e até do Neolítico. Hélia Correia escritora consagrada, escreve
de um fôlego, este poema épico inédito, a partir da antiguidade
clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta
não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças
entre os géneros masculino e feminino.
Texto HÉLIA CORREIA
encenação MARIA JOÃO LUÍS
com MARIA JOÃO LUÍS, SÍLVIA FIGUEIREDO, ANTÓNIO LOURENÇO MENEZES
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
música original JOSÉ PEIXOTO
desenho de luz PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação BEATRIZ VIEIRA DE CARVALHO
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA
direção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026
Cine-Teatro São João, Palmela
27 de Março
Sexta-feira às 21h30


