O homem de negócios que é primeiro-ministro convidou um aparentemente competente chefe de polícia para ministro das polícias e de outros desentendimentos. Deve ter tido algumas dificuldades em escolher um político. Quem é que quer aplicar as políticas para a imigração escolhidas pelo governo em conluio com o partido fascista? É difícil imaginar alguém decente abeirar-se dessa imbecilidade ajustadora. O chefe de polícia aceitou. Uma chusma de gente, entre comentadores e políticos profissionais, correram em elogio da escolha maravilhosa. Provavelmente estou contra essa maré. Pouco me importa o desempenho de um polícia que aceita ser político sem o ser de um governo quase de extrema-direita. Comunica melhor? Boa, entremos na era do vazio, em que o que é preciso é explicar tudo, e mesmo o seu contrário, para bom entendimento dos comentadores e cinismo dos políticos da oposição. Boa sorte, senhor agente. Parece que o país depende de si.