Nuno
Artur Silva sempre fez poemas. Entretanto escreveu humor, fundou uma
empresa que deu cartas nessa disciplina, e também criou uma publicação
que ainda sai
impressa, primeiro no Público e agora no Expresso. Também foi chamado
para governar. Governou e deixou de governar, nunca se governando, como
outros que todos sabemos quem são. Mas o Nuno sempre fez poemas, pelos
vistos. Pelo menos é o que nos parece ao lermos este lindíssimo livro
agora publicado, que é também um regalo para a vista. A capa e o design
da coleção da Imprensa Nacional são da autoria de André Letria, e tudo
isto está muito bem embrulhado editorialmente por Jorge Reis-Sá. O Nuno vai conversar comigo e com Manuel Falcão. O Manuel é outro comunicador com participação em projetos que inovaram. Fundou o Blitz e também foi diretor do saudoso e saudável SE7E. Foi editor e participa hoje na imprensa com opiniões culturalmente diferentes do vulgo opinativo. Vamos ter o privilégio de conversar com eles no próximo dia 13, sábado, às seis e meia da tarde, na sala José Afonso da Casa da Cultura, Setúbal. O livro vai estar à venda. Nuno Artur Silva estará disponível para assinar o exemplar de quem o comprar. Apareçam. Toda a gente é bem vinda, se vier por bem.
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