Montenegro favoreceu uma empresa em negócio com uma Câmara Municipal para quem trabalhava? O negócio metia betão, dizem as notícias. Ora, o betão não segura tudo. Montenegro estremece, mas não desiste. Há quem ache que não há aqui nada de mal. É verdade: nada disto é ilegal, mas é irreal.
Os deputados que aprovaram uma moção de confiança ao governo dirigido por este notável homem de negócios manhosos, ainda considera que ele pode ser primeiro-ministro de um país civilizado da Europa? Não é das Américas que falamos — a latina e a do norte —, é da Europa em que queremos viver. Se o Partido (dito) Social Democrata insistir na criatura para o lugar de primeiro-ministro, ficamos a saber que para o dito partido não há exigências éticas. Qualquer videirinho serve. Até se podem aliar sem complexos aos vigaristas encartados do partido fascista que está mortinho por ter uma oportunidade para mitigar a democracia. Sem democracia é mais fácil ter negócios e poder político em simultâneo.
facebook