quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MENINAS À SALA | A CNN é pior do que uma prostituta, diz a donzela do leste. Já Trump é uma espécie de catequista, com certeza. Pessoalmente, não suporto catequistas e contra prostitutas não tenho nada. Estas putas da política é que me provocam alguma brotoeja. 
Fonte Expresso
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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

LIVRO DE ESTILO | David Dinis assegurou há dias que não há cá crise nenhuma no jornalismo. E, para que a premonição se cumpra, resolveu pôr mãos à obra e tirar de cena os motivos de possíveis atropelos: afastou José Vítor Malheiros, Paulo Moura e Alexandra Lucas Coelho. Poupa umas coroas e umas discordâncias. É assim que a direita elimina as crises — eliminando ideias de pessoas que não são da sua área, continuando a apregoar o pluralismo na informação. Democracias!
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

MARIA CABRAL A actriz morreu. A beleza discreta e o desempenho nas telas de cinema surpreendiam-nos. Sempre. Foi  cara da renovação das fitas em Portugal. Fico com esses registos. 
Imagem: Maria Cabral, "No Man's Land", Alain Tanner, 1987.
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domingo, 15 de janeiro de 2017

ELOGIO DA LOUCURA | E a rapaziada que estava lá por perto quando ele disse isto não chamou de imediato os enfermeiros?
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O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que PCP e Bloco de…

DA DEMOCRACIA E DA DECÊNCIA | Percebi, ao assistir à edição do Eixo do Mal da última sexta-feira, que um texto atribuído a Clara Ferreira Alves sobre Mário Soares, redobrou a circulação após a morte do ex-presidente da República. Já assisti a vários desmentidos pela própria. Eu próprio já fiz esse favor a pessoas que me tentavam elucidar sobre a veracidade do escrito. Percebe-se à légua que aquilo nunca seria escrito por Clara Ferreira Alves. Mas a insistência permanece. Parece que a alarvidade começou a circular a partir de um blogue de extrema-direita, mas depois democratizou e espalhou-se como praga. Ora, não é para isto que a democracia existe. A democracia pretende-se decente. A calúnia não é democracia. É exactamente o contrário.
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sábado, 14 de janeiro de 2017


OBRIGADO, JOÃO GOBERN | Há noites assim: a gente convive, discute, concorda, discorda, convive. João Gobern veio dizer o que sabe e as pessoas que apareceram para o ouvir também quiseram dizer o que sabem. Até ficámos a saber que afinal há portugueses que viram luz em Trump. Pelo menos um português descobriu que foi a imprensa portuguesa que o enganou denegrindo o extraordinário futuro presidente americano, mas depois, ao ler os escritos certos, foi encontrada a razão. Foi o que nos assegurou o esclarecido português ao vivo ontem à noite. Enfim, as coisas que a gente aprende nestas sessões Muito cá de casa. Depois da breve interrupção trumpista — interessante, como se calcula — voltámos à televisão e aos seus tempos áureos. A conversa terminou à primeira meia hora de sábado. A longevidade do debate mostra o seu interesse e gosto em ali estarmos. Parecia que ninguém queria sair da sala. Foi com muito gosto que recebemos o João Gobern na Casa Da Cultura | Setúbal. E agradecemos-lhe esta noite extraordinária.
Fotografias de Fernando Pinho.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017


CONTA-ME COMO FOI | Tudo se passou no tempo em que não existiam telemóveis, tablets, computadores portáteis. Claro que nem se imaginava que um dia pudesse existir qualquer coisa parecida com o útil facebook. Foi um tempo em que a televisão parava mesmo o país. João Gobern conta tudo neste livro e aceitou o nosso convite para vir contar tudo o que sabe e mais o que nós lhe vamos perguntar. Eu e o Pedro Soares vamos tratar do interrogatório. E toda a gente que aparecer pode participar, é claro. É hoje, na Casa Da Cultura | Setúbal. O homem vem de Póvoa de Varzim, de propósito, só para falar com a malta. Eh pá, apareçam, ok?
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A ESTUPIDEZ | Andreia Bento, António Simão, David Esteves, Guilherme Gomes e Rita Cabaço dão brilho ao excelente texto de Rafael Spregelburd. Desenvolta encenação com marca Jorge Silva Melo, que nos avisava à entrada: olha que isto é muito estúpido. Provavelmente, nunca a estupidez humana foi tratada de um jeito tão inteligente. Parabéns a todos.
Público interessado, esclarecido e interessante: não percam esta estupidez.
ARTISTAS UNIDOS | TEATRO DA POLITÉCNICA
Até 25 de fevereiro.
IDIOTA ÚTIL | Idiota? Confirmado. Mas... Útil?
Fonte DN
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A IGNORÂNCIA FICA-LHES TÃO BEM | E umas malvas, os bispos não querem?
Fonte Expresso
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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

MÁRIO SOARES | Pintura de Júlio Pomar.

sábado, 7 de janeiro de 2017

MÁRIO SOARES | Muito já foi dito. Provavelmente quase tudo. A intensidade de certas vidas provoca o extremar de posições. Mario Soares é uma dessas vidas. Uns garantem-lhe um lugar na história, outros querem que se despenhe na vulgaridade do esquecimento. Não alinho em classificações depreciativas, nem em elogios de circunstância. Recordo um homem que viveu intensamente. Correu riscos. Foi corajoso. Não respeitou inimigos, combateu-os. Manifestou-se contra os representante do país Portugal quando o poder político era fascista. Depois foi o que foi, mas foi sempre ele próprio. Terá um lugar na história? Claro, mas também não é por aí que eu vou. Acima de tudo gosto de quem vive em voz alta. De quem afronta. De quem é gente. Gente que erra porque faz. E porque tem opiniões. Temos que ser gente e não verbos de encher. É por isso que tenho simpatia por Mário Soares. Gosto de ser português como ele. E não gosto de ser português como o são os portugueses ressabiados que indecorosamente o atacam nesta hora. É o que sei dizer na hora da sua morte. 
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ASSIM VAI O MUNDO | Este pulha interferiu mesmo nas eleições que colocaram o outro pulha na sala oval da Casa Branca. Isto é possível? É. Logo, em assuntos menos influentes, mais comuns, vá, estes pulhas fazem o que entenderem. Isto não terá parança? Aguardemos para breve o processo para correr com o palonço da cabeleira loura. Bom fim-de-semana.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

SUSPENDER O TEMPO | Poderíamos dizer que esta exposição de Pedro Inock, onde se convoca a pintura, a instalação e trabalhos de videoarte, é apenas mais uma abordagem, eivada de filosofia, ao eterno conceito da suspensão. Mas não podemos dizer tal coisa. Esta mostra está ensopada de originalidade. Contornamos objectos que nos remetem para uma tentativa de delimitação de uma certa noção de suspenção, mas instalados no território da surpresa. Não são apresentadas respostas, mas sugestões de alinhamentos. A interpretação é individual e livre. Quem esteve na abertura desta surpreendente mostra assistiu a uma intervenção experimental, apresentada ao vivo por Aisa Araújo e Diana Combo. Esta intervenção realça a inquietação que o tema nos fornece. A ideia de Pedro Inock ficará completa em setembro, com uma segunda exposição na galeria de Setúbal. E a Casa da Avenida e Maria Joaõ Frade estão de parabéns. A coragem também é uma atitude artística.
Abriu ontem, quinta-feira, e estará por lá até dia 21 do presente mês.

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MANUAL DO VENDEDOR DE SUCESSO | A criatura ganha 25.400 euros mensais para vender o Novo Banco. Resultados? Poucos e manhosos. Mas o contrato mantém-se. Se calhar é reconhecida competência ao provavelmente mais bem pago vendedor cá do burgo. Ainda há bons negócios em Portugal.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

BRINCADEIRAS DE RAPAZES | Seria muito chato retirar o tapete ao senhor embaixador do Iraque? Comparado com o que fizeram os pimpolhos era assim como limpar o rabo a meninos. Ou teremos algum assunto empatado com Bagdad?
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

AS PALAVRAS E O VENTO | Geringonça é a palavra do ano? Injusto. Eu partia o prémio em três e elegia a frase: disfuncionalidade cognitiva temporária. Três palavras que puseram em alvoroço a ignorância dos deputados do PPD/PSD. Era uma maneira de serem chamados a conviver com as palavras para além das expressões básicas que vulgarmente utilizam, sem brilho nem criatividade.
Mas pronto. Está escolhido, está escolhido.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

JOHN BERGER | Muito me ensinou este senhor. Páginas e páginas devoradas. Foi um prazer conhecê-lo. Muito obrigado, senhor Berger. 
Fonte DN
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

LEMBRAS-TE QUANDO A TELEVISÃO PARAVA O PAÍS? | Muitos de nós ainda somos desse tempo. E não somos assim tão velhos. Havia um país que se organizava ao comando do canal único de televisão. Era uma espécie de prolongamento da ditadura. Mas ali já aconteciam coisas para além do regime. Havia gente boa e competente. Gente que com a sua inteligência desafiava o mofo instituído. João Gobern conta tudo como se fosse hoje. Ou não fosse ele o brilhante contador de histórias da nossa vida. Neste livro estão os heróis que nos iluminavam e os bandidos que nos desesperavam. Estamos ali, todos nós, com toda aquela gente que era a nossa família de todos os dias. A televisão parava mesmo o país. O João Gobern vai contar como foi e como é a televisão em Portugal. Sim, porque ele está no activo e recomenda-se. O nosso convidado distribui competências pelos ecrãs, pela rádio e pelos jornais. Vamos conversar com ele sobre o seu livro "Quando a Televisão Parava o País". É no próximo dia 13, na Casa Da Cultura | Setúbal.
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domingo, 1 de janeiro de 2017

ANO NOVO, VIDA VELHA | Começamos assim, em 2017. Mais ou menos como acabámos em 2016.
Fonte DN
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sábado, 31 de dezembro de 2016

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A TROPA FANDANGA | Não acho que 2016 tenha sido um ano para esquecer. Não foi. Morreu muita gente boa? Sim, muita mesmo e muito cedo. Mas isso recorda-se. Sempre. 
O que deveria ser para esquecer é o que está aí para nos atormentar. Gente indescritível vai exercer poderes imensos. Junta-se assim a gente inqualificável que já está em funções em grandes nações. França não nos descansa. Itália e Áustria também não. Espanha é o que é. Na América Latina até já há um assassino confesso entre os chefes de estado eleitos recentemente. Às vezes a democracia parece uma armadilha. Nos EUA um parolo de cabelo pintado e mal votado caminha para a Casa Branca. Nem a diferença de quase três milhões de votos o afastaram da cadeira. Pelo menos ficamos com a certeza de que uma larga fatia do eleitorado não deseja aquele asco de gente na casa da governação. Já na Rússia o governante é bem votado, mas o lugar muda de importância conforme as pretensões do candidato. Putin é que manda, seja como presidente, seja como primeiro-ministro. É uma espécie de alternância individual. Estranhas democracias, estas.
Guterres vai aturar esta tropa fandanga. O palhaço americano já começou a ameaçar a ONU. Agora sim, está na altura de desejarmos sorte ao nosso vizinho. Esperemos que o molhinho de víboras que ameaça tomar o mundo não o devore.
2017 vai ser um ano de muitos imbróglios.
Que tudo nos corra pelo melhor, apesar de tudo.
Cá estaremos. 

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

GEORGE MICHAEL | Mais um músico que associava talento, liberdade e coragem, que desaparece neste ano de tanto desaparecimento. Que ano.
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NATAL'16 | E pronto, acabou-se a papa doce. Bacalhaus, perus, doces e mais o que por ali havia já marchou. Ficaram uns restos que dão para uma semana. É o tempo do exagero. No que a prendas diz respeito, tenho a dizer que não me foi oferecido nenhum livro de Pedro Chagas Freitas, nem de Laurinda Alves, nem daquela margarida que não gosta de manifestações, nem daquele gabiru que apresenta telejornais. Lenços de assuar com riscas ou peúgas de lã pura ficaram na loja. Também não recebi cds do Toy, do Tony que tem uma carreira lá fora, nem outras merdas infrequentáveis. Sorte. Às vezes até parece que deus existe e tem gosto apurado. Agora acabou o tempo em que a solidariedade é um fingimento. Vêm aí os dias em que teremos de ser solidários a sério. Aproxima-se a realidade.
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sábado, 24 de dezembro de 2016



FESTAS | Vou mergulhar nas cenas dos doces e de todas as comezainas. Esta rapaziada fica aqui a animar a malta. Ficam em boa companhia. Divirtam-se. Adeus, até ao regresso à vida banal. Já tenho saudades.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O OITO E O OITENTA | Esta coisa de andarem a discutir ao cêntimo o salário mínimo, mas não quererem ouvir falar em limites para o salário máximo, também tem as suas porras.
Fonte JN
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

OS IDIOTAS | Só na escola? Gente desta era abstinência toda a vida. Evitava-se a multiplicação da idiotice. Isso é que era.
Fonte Observador
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

AMOR COM "AMOR" SE PAGAO país que era uma espécie de esquadra de polícia do mundo, pode transformar-se assim numa espécie de país-empresa. O CEO vai para a Casa Branca. Os petizes vão para onde ele quiser. O país que quer ser polícia do mundo está próximo de ser apenas um sítio ridículo. Faz sentido. Nada ali se aproxima da seriedade. A malta decente que por lá anda que se cuide. Boa sorte.
Fonte Expresso
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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

SENSIBILIDADE E CASTIGO | A respeitável senhora causou um prejuízo de coisa pouca. Logo, o perdão é a única sentença a aplicar. Confirmamos uma ideia que já tínhamos: os grandes decisores mundiais são sempre gente respeitável, mesmo quando o não são. Estamos bem entregues.
Fonte Expresso
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

DIGNIDADE ATÉ AO FIM | Morreu a senhora que achava que morrer também tem preceito. Obrigar alguém a viver contra a sua vontade não era passagem do seu diário. Lutou contra a hipocrisia religiosa e contra a estupidez natural. Lutou pela vida com qualidade. Chegámos a trocar umas opiniões por correio electrónico. E pronto: a morte faz parte da vida. Laura Ferreira dos Santos sabia isso muito bem. Gostava muito dela.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

CAI O PANO | A Cornucópia está entre as companhias de teatro que me ensinaram a ver teatro. Os actores e as actrizes que ali vi representar transmitiam-nos a sensação, em cada representação, que aquele era o papel das suas vidas. Grande teatro aconteceu naquele pequeno teatro. Habituei-me a ir ver outras "coisas" só porque tinham a participação de actores do Teatro da Cornucópia. Fui à homenagem a Luís Miguel Cintra, no São Luiz, porque era uma homenagem a Luís Miguel Cintra. A sala principal do São Luiz passou a ter o seu nome. E eu acho que lhe devo muito. Tanto a ele como a todos os outros actores e actrizes.
Agora recebemos esta notícia triste. A Cornucópia vai acabar. Será uma decisão irreversível? Bem, a malta lá da casa continua por aí, não é verdade? Não deixem de trabalhar, por favor. Muito obrigado a todos. Muito obrigado, Luís Miguel Cintra. A vida continua. Com vocês.

Fonte TSF
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

PRINCÍPIOS DE COLECÇÃO | Hoje começa a festa de natal na Abysmo galeria. Há ali muita ilustração a custos muito simpáticos. Todo o material é autenticado pelos seus autores. O título da mostra é sugestivo. Vale a pena. Vamos estar lá a partir das sete da tarde. Mas a coisa vai durar até lá para o natal. Até já.
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NAVEGAR É PRECISO | As queixas avolumam-se. Parece que o insulto impera. Não dou por nada. Provavelmente tenho sorte. A palermice não se dá bem no meu espaço de opinião. Aliás, os palermas não têm lugar no meu espaço de opinião. O regozijo pelo mal de alguém revela uma absoluta falta de carácter. Desejar a morte a alguém é vil. Não é respeitável. Tenciono continuar neste patamar. 
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A MENINA DANÇA? | "os dois partidos informam que vão candidatar-se em coligação sempre que seja essa a vontade das estruturas locais."
Fonte Expresso
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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

MANUEL BOLA, ESCRITOR | Foi como actor que satisfez a sua vontade de estar com as pessoas e de gostar delas. Gostava de gostar e gostava que gostassem dele. Toda a gente gostava do Manel Bola. Eram as pessoas que o faziam gostar da vida. Gostava muito da vida. Para além dos palcos e dos ecrãs tinha ultimamente outra tarefa em mãos: escrever. Os seus trabalhos neste novo terreno foram editados por mim na Estuário Publicações. Decidimos que como escritor assinaria Manuel Bola, já que foi por esse nome que respondeu toda a vida. Sem Amor foi o seu primeiro livro de poemas, seguido de Poemas a Soar a Manhã e do livro de contos Histórias do Pincel da Barba. Agora que nos deixa, trago para aqui este texto, do primeiro livro, que publicou em 2005. Aqui se percebe que para além da simpatia e do talento em palco, havia também um escritor a saltar de dentro daquele homem singular. Fica para mais tarde essa conversa. Por agora fiquemos com este poema.
E muito obrigado, Carlos Rodrigues. Muito obrigado mesmo.

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domingo, 11 de dezembro de 2016

O ACTOR MORREU | Depois das boas notícias que anunciavam as suas melhoras, acontece o pior. Carlos Rodrigues — o Manel Bola —, deixou-nos. Deixa-nos um extenso património de alegrias e talento. Ficamos com tudo isso, que é muito, mas também com a imensa tristeza que a notícia desta morte nos trouxe. Até sempre, amigo. E muito obrigado.
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