sábado, 29 de abril de 2017

NUNO BREDERODE DOS SANTOS | Eu abria o jornal e ía direitinho para a página onde se alojava aquela crónica. Foram muitos anos nisto. A acutilância e o humor que transbordavam da folha de papel impresso despertavam-me alegria e raiva. O humor adocicava o horror. Emocionei-me e ri muito com as palavras deste senhor que agora nos deixa. Muito obrigado por tudo, Nuno Brederode dos Santos.
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