quinta-feira, 31 de janeiro de 2019


DESENHOS | Pedimos a Noe Sendas que nos sugerisse uma proposta de exposição. Ele sugeriu DEZ ANOS DEPOIS DO DIA DE HOJE, de Constança Villaverde Rosado e elaborou o desenho expositivo. Abre no próximo sábado, na galeria da Casa Da Cultura | Setúbal.
Convidados. 

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

SONSOS E BONZOS | A pergunta da sonsa Cristas não era inocente, mas os bonzos só ligaram à resposta de Costa. Tudo limpidamente interpretado neste texto de Marisa Morais. Sugiro leitura. 
Fonte Público
A RAÇA SANTANA | Santana foi ao Jamaica. Gabarolice inicial e passagem aos habituais comentários que pouco dizem. Discorda da ideia de que a extrema-direita esteja infiltrada na polícia. Portugal não é um país racista. Logo acrescentando que todas  as raças são aqui acolhidas. Todas as raças? O homem ainda não sabe que só existe a raça humana? Enfim, o pantomineiro de sempre. 
Às perguntas do circo mediático respondeu também que Mamadou ataca a polícia, mas depois pede protecção. E aqui a gente fica sem perceber se ele é tão básico que não sabe como funciona um Estado de Direito, ou se aquilo é para ser inscrito no calhamaço populista. Sempre enganado, sempre a querer enganar.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

BOSTAS DE LABROSTRAS | O que está a acontecer a Mamadou Ba - abordagens na rua por labregos do até agora único partido fascista em actividade, comentários nas redes sociais por palermas analfabetos, ameaças de morte pela extrema-direita em geral - passaram a ser divertimento diário dos ditos labregos e alguns humoristas de vão-de-escada. É só estardalhaço. São insignificantes no asfalto. A quase manifestação que quiseram organizar não passou do quase. Dito isto, passo ao que para aqui interessa. Sou amigo do Mamadou. Trabalhamos. Jantamos. Convivemos. Estou com ele na sua irritação. Os seus inimigos são trogloditas com uma única agenda: espalhar a confusão, cavalgando estas redes, nestes tempos que lhes parecem de feição. Saem dos buracos onde fingem ser civilizados e saltam para os estrados para bramar contra a diferença. Querem exclusão e morte. Nós queremos inclusão e vida. Isto é: trabalho, amizade e paparoca para todos. Os idiotas da extrema-direita, mais os cretinos que nem sabem o que isso é, que vão brincar com as suas cruzes gamadas e ideias básicas de merda para o raio que os parta.
Imagem: Mamadou Ba e José Falcão, da SOS-Racismo, em sessão Muito cá de casa, na Casa Da Cultura | Setúbal.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

COMUNIDADE DE LEITORES | A Casa da Avenida vai ter uma comunidade de leitores. Organização a cargo de Maria João Frade. Gonçalo M. Tavares é o dinamizador da ideia e vai estar à conversa com os participantes todas as últimas terças-feiras do mês. Luxo. Vamos discutir dez livros que marcaram o século XX. Começa amanhã, às 21 horas. Ainda há uma ou outra vaga. Em paralelo, e para assinalar a coisa, eu concebi uma exposição para a área do café da casa. Uma abordagem aos livros que vão ser discutidos. Que são estes:

1984
George Orwell
O Processo
Franz Kafka
Admirável Mundo Novo
Aldous Huxley
O Estrangeiro
Albert Camus
Ficções
Jorge Luis Borges
À Espera no Centeio
J. D. Salinger
A Guerra dos Mundos
H. G. Wells
O Deserto dos Tártaros
Dino Buzzati
À Espera de Godot
Samuel Beckett
Cem Anos de Solidão
Gabriel García Márquez
A ordem é esta. Vamos começar com 1984, de Orwell.
Depois é sempre a abrir. Livros, é claro.

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domingo, 20 de janeiro de 2019

RACHEL CAIANO | Continuamos a mostrar o trabalho mais destacado dos ilustradores de cá e de lá de fora. Depois de João Maio Pinto, que ainda por cá está, vamos pendurar nas paredes do Espaço Ilustração, da Casa Da Cultura | Setúbal, outro projecto de uma outra grande ilustradora do momento: A GRANDE VIAGEM DO PEQUENO MI, de Rachel Caiano. O livro vai estar cá para venda. E também vamos ter ilustrações, assinadas pela autora, que podem levar para casa. Abre dia 2 de fevereiro. Apareçam.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

DESIGN DE COMUNICAÇÃO | Da série Grandes Capas. 
The New Yorker.
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EUAN UGLOWDiz que Uglow pintava pouco. Demorava rores de tempo até dar por terminado um quadro. Terminado? É precisamente essa ideia de inacabado que torna estas pinturas fascinantes. De que falamos quando falamos de um trabalho terminado? Um trabalho está terminado quando o artista assim o decide. Quem vê pode dar sugestões de acabamentos, mas já não vai a tempo. E ainda bem. Uglow morreu em 2000. Deixou interpretações de naturezas mortas e do corpo humano. Leituras únicas. Não percebi até hoje se foi recordado depois do desaparecimento. Sei dizer que falamos de grande arte de um grande pintor que tarda em ser mostrado em grande retrospectiva.  
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

PORQUE HOJE É HOJE | Declaro que autorizo quem quer que seja a partilhar o que aqui publico. Mais acrescento que é mesmo para partilhar opiniões e estados de alma e da arte que aqui estou. O que faço com os amigos, animais de companhia e objectos pessoais de estimação, em casa ou em convívios mais ou menos íntimos, e também o que não faço, não é para aqui chamado. E pronto: é isto que tenho feito e “façarei”, como diria o Cavaco que já lá esteve.
Fotografia: Imagem privada dos meus gatos Tózé e Zétó, respectivamente.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O MUNDO AQUI MESMOMaurício Abreu fotografa este país Portugal há umas décadas. O seu banco de imagem é talvez o mais completo para o retrato desta terra. No facebook tem tido uma presença discreta. Mas recentemente resolveu mostrar-nos os ambientes dos sítios que vai conhecendo, resultado de viagens constantes que faz por esse mundo. Índia, Mali, Mauritânia, o deserto e as suas gentes são seus motivos e modelos preferidos. Nós agradecemos a preferência. Fotografias de excelência por um excelente fotógrafo. Vão até lá — Maurício Abreu.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

ANTÓNIO FONSECA FERREIRAConheci Fonseca Ferreira quando ele dirigia a CCDR-LVT - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional - Lisboa e Vale do Tejo. Na DDLX Design Comunicação Lisboa, produzimos uma revista que espelhava as preocupações deste organismo. Os encontros que tive com ele foram sempre cordiais. Era um homem de atitudes. Fazia o que tinha de ser feito. Sem exageros dogmáticos. O desnecessário era dispensável. Sério, firme nas atitudes, competente e cordial. E um antifascista desde os catorze anos. Gente que faz falta. Percebe-se tudo muito melhor agora que nos deixa. A vida é mesmo assim. É esta a recordação que me fica de António Fonseca Ferreira. E isso é muito.
Fonte Público
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

PÁGINAS SOLTAS | Depois da magnífica exposição de Jorge Martins e João Jacinto, seguem estas páginas de Eduardo Souto Moura. As exposições que esta galeria nos fornece são de olhar e voltar. Ver. A não perder.
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domingo, 13 de janeiro de 2019

A GRANDE POESIA PORTUGUESA | Vamos reviver a poesia de Armando Silva Carvalho na voz de Jorge Silva Melo. Primeiro EM VOZ ALTA do ano. É sempre na última quinta-feira do mês. Tomem nota.
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sábado, 12 de janeiro de 2019

A NOITE PASSADA | É o terceiro livro de Alice Brito, depois de AS MULHERES DA FONTE NOVA e de O DIA EM QUE PICASSO ENCONTROU ESTALINE NA BIBLIOTECA. Eu acho que se trata de uma trilogia setubalense, que se pode ler em Nova Iorque ou em Osaka. É literatura do mundo que a todos diz respeito. Está lá a luta pela sobrevivência, a denúncia das injustiças e a vontade de melhorar as coisas, pela política e pela cultura, que é a maneira mais eficaz de participação na vida em sociedade. Resumindo: há uma inquietação que nos entra pelo corpo e nos transforma antes que se entranhe a vontade de transformar. É gente transformada em gente grande que povoa os livros de Alice Brito. A apresentação vai ser em Lisboa, no próximo dia 18, mas no próximo dia 25 é em Setúbal que vamos falar do livro. Com a autora, os apresentadores e com quem aparecer. Apareçam.
A GERINGONÇA E A ENGENHOCA | Sondagens leva-as o tempo. Valem o que valem, diz-se. Pois bem, se dermos algum valor ao que sai hoje no Expresso, percebemos que a geringonça tem pernas para andar, e que a engenhoca sugerida por Santana Lopes pode dar para o torto. Seria bom que assim fosse, mas a procissão ainda vai no adro. Aguardemos, combatendo a engenhoca.
Fonte Expresso
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