quinta-feira, 10 de março de 2016

LIVRO DE PONTO | E pronto. A coisa fez-se. Cavaco zarpou e Marcelo fez um discurso inclusivo — a palavra é estranha, mas parece-me adequada —, que agradou mais à esquerda do que à direita. O elogio de Marcelo a Cavaco era expectável. Foi o que foi. Toda a gente percebeu os recados. Os deputados do BE e do PCP ficaram colados às cadeiras e com os braços colados ao corpo. Nada de aplausos. Também foi um recado. Uma coisa é a festa, outra é o dia seguinte. Não podemos andar sempre em festa. E o que for soará.
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