domingo, 7 de fevereiro de 2016

FANFARRONICE | Sabemos que a criatura não tem grande queda para as palavras. A trapalhada argumentativa abrilhantou o anedotário luso enquanto foi governante. Agora insiste em não estar calado e convoca com a insistência que lhe é permitida a criatividade oratória. Autêntica literatura de ficção. Ou de cordel, vá. Se o homem se dedica a escrever as pérolas que verbaliza, o locutor-escritor da RTP1 que se cuide. Esta da "política da fanfarronice", assim, proferida por ele, é já para contar para algum prémio de anedota do ano? Só pode.
Fonte Expresso
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