sábado, 27 de fevereiro de 2016

DESIGN DE COMUNICAÇÃONão gosto do cartaz do Bloco de Esquerda que assume a existência de um Cristo redentor. Disse-o aqui porquê: não sou cristão, nem religioso sequer. Não me incomoda, nunca me incomodou, a crítica às igrejas e às crendices. As igrejas e as crendices tentam fazer das suas sempre que podem. Incomoda-me sim a inoportunidade da "mensagem" do referido cartaz, quando já não adianta nem atrasa nada. Não havia necessidade. E defendo a crítica sempre. Mas criticar tem preceito. O preceito que as regras da eficácia da mensagem ditam. Este caso deu em grande rebuliço retórico. Os cristãos são uns pimpões para tentarem impedir as atitudes dos outros. As criticas que por aí andam satisfazem esses ditâmes. O CDS-PP, por exemplo, pela voz do ex-ministro da insensibilidade social, diz que o cartaz "é ofensa gratuita à sensibilidade de muitos portugueses". Não concordo. E concordo com quase tudo o que ofende o CDS-PP. Assunto encerrado, pela parte que me toca
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