terça-feira, 20 de outubro de 2015

O TRAPALHÃO | A gente já se tinha esquecido da criatura. Ninguém se lembrava que existia um ministro dos negócios, ainda por cima estrangeiros, no governo da república. Mas o homem apareceu e disse que quando há um caso como o de Luaty Beirão, em que o ofendido tem dupla nacionalidade, são as leis do país da ocorrência que vingam. Mas parece que não. Quando o cidadão tem dupla identificação, a protecção também é dupla. É o que diz agora o ministério. Recebi um e-mail de uma assessora do referido orgão governamental esclarecendo estas premissas. Conclusão: Portugal anda distraído em relação a este caso. A gente não percebe como é que este homem foi indigitado para aquele lugar. E também não se percebe a razão de ainda estar lá sentado.
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