terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A VIDA DOS OUTROS | Passos Coelho correu com Marcelo da corrida. A justa causa que levou o taralhoco de São Bento a proceder ao despedimento, foi a maneira como o candidato da direita com melhores condições para ganhar a Presidência se exprime no seu auditório de fim-de-semana. Não passa de um "cata-vento de opiniões erráticas", disse Passos. A ligeireza da linguagem instala-o no patamar de "cada cavadela minhoca". Tudo aqui é ligeiro e extemporâneo. Parece que Passos não faz ideia do que é a retórica da responsabilidade de um líder partidário quando se pronuncia sobre o candidato à Presidência de um Estado. Bem, todos nos lembramos da "falta de estado" do discurso de posse do doutor Aníbal. Enfim, estão bem uns para os outros. E a gente não tem nada a ver com isso. 
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