terça-feira, 28 de janeiro de 2014

À NAVEGAÇÃO | Não tenho pachorra nenhuma para defesas das praxes. Nem adivinho que se possa ter um debate inteligente em defesa de tão aberrante prática. A proibição não é o caminho? Provavelmente não. Mas a generalização, a comparação com outros problemas que afectam a juventude e o bom povo, roçam o cinismo apologético. Não sabemos do que falamos? Então não sabemos?! Não rejeitámos a opressão em favor da liberdade? Por favor atinem: as praxes são humilhação, submissão, violência. Isso é bom para quê? Quem quiser ser humilhado, mesmo que seja a brincar, que vá rastejar para outro lado. 
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