segunda-feira, 21 de outubro de 2013

SE A MORTE FOSSE INTERESSEIRA | Este filho da puta morreu em Roma aos 100 anos. A cidade não o quer lá sepultado. Na sua terra natal já foi dito que tralha nazi já têm que baste. O energúmeno pediu ao advogado que o defendeu que revelasse, após a sua morte, que nunca se arrependeu do seu trabalho de exterminador implacável. O criminoso matou mais de trezentas pessoas. Nada poderá servir de castigo a um morto. Mas ninguém fica ilibado pela morte. Um filho da puta é filho da puta até morrer. E mesmo depois de morto.
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