sábado, 12 de outubro de 2013

AMADA ALICE | Escreve contos. O comité que atribui o Prémio Nobel rendeu-se aos encantos da sua desempoeirada escrita. Não há nada a mais nas histórias de Alice Munro. Nem a menos. A densidade da grande literatura envolve-nos página a página. Amada Vida, o livro que a Relógio D'Água - sua editora em terras lusas - recentemente editou, trata da vida de gente que viveu no período logo a seguir à guerra,  em meados do século passado. Há bocado, portanto.
Fiquei muito contente com esta escolha. Agora vou ali passar os óculos pelo livro. E procurar os outros todos por cá publicados. Ler e reler Alice Munro é um grande prazer. Quem ainda não conhece o que esta bonita mulher de oitenta e dois anos escreve, corra a procurar os livros. Vão esgotar. Felizmente.
Não é também para isso que serve o Prémio Nobel da Literatura?

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